terça-feira, 4 de agosto de 2009

Polícia acha gruta usada como esconderijo de traficantes no subúrbio

Local foi encontrado durante operação no Morro do Dezoito, nesta terça (3).
Segundo a polícia, cerca de 20 suspeitos passavam o dia no local.

Do G1, no Rio, com informações da TV Globo

A polícia encontrou nesta terça-feira (4) uma gruta que servia de esconderijo para traficantes no Morro do Dezoito, em Água Santa, no subúrbio do Rio. Segundo agentes de Delegacia de Combate às Drogas (Decod), no local foram encontrados colchonetes, além de um bastão, com a inscrição “última chance”.

A operação foi feita pela Decod e pela Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) no início da manhã. Os policiais precisaram do apoio de um helicóptero. Segundo o delegado Marcus Vinícius, a gruta fica no alto do morro, um local de difícil acesso, usado como acampamento e ponto de observação.

Ninguém foi encontrado, mas a polícia encontrou vestígios de que criminosos estavam ali pouco tempo antes de a polícia chegar. O delegado informou que cerca de 20 traficantes se escondiam na gruta durante o dia.

G1 > Edição Rio de Janeiro

Robocop teria "perdido" R$ 50 mil para PMs que o prenderam

denúncia de extorsão

Robocop chega à 17ª DP, onde acusou os PMs de extorsão. - Foto: Marcelo Theobald/02.08.2009

Além de dois fuzis e de uma quantidade de ouro, o traficante William Rodrigues Vieira, o Robocop, de 34 anos, apontado pela polícia como chefe do tráfico de drogas do Morro do Borel, na Tijuca, teria perdido R$ 50 mil em uma suposta extorsão cometida por policiais do 6º BPM (Tijuca), no domingo. Um inquérito foi instaurado na 19ª DP (Tijuca) para apurar se Robocop falou a verdade quando afirmou ter sido achacado pelos policiais que o prenderam, numa casa no Borel. Logo depois, ele foi conduzido à 17ª DP (São Cristóvão), que era a central de flagrantes.
Segundo fontes da polícia, uma escuta teria começado a interceptar a negociação dos policiais com Robocop por volta das 13h. Advogados do bandido confirmam que, ao meio-dia, ele já havia sido encontrado pelos policiais.
As escutas comprovariam que William Robocop foi mantido em cárcere privado durante sete horas. Na gravação, os policiais chegariam a falar sobre a presença de agentes da Polícia Civil no morro. Nesse momento, eles levam o traficante para dentro da mata. Há ainda informações de que um Corolla preto já estaria na Rua São Miguel, na entrada do Borel, aguardando para pegar os fuzis, o ouro e a quantia em dinheiro tomados de Robocop.
No depoimento prestado na 19ª DP, os policiais disseram ter entrado no morro por volta das 9h de domingo. O objetivo do tenente que comandava a equipe e de mais oito praças era dar auxílio ao carro blindado da unidade, que estava enguiçado no alto do morro.
Os PMs disseram que somente às 14h50m conseguiram consertar o carro blindado. Eles teriam permanecido no morro porque tinham a informação de que William Robocop estava escondido no local. O tenente afirmou que, por volta de 15h20m, eles invadiram a casa e prenderam o traficante.

Em nota, a assessoria de imprensa da PM diz que o comandante do 6º BPM, coronel Fernando Príncipe, monitorou a operação, que começou ainda na noite de sábado. A nota esclarece ainda que o comandante-geral da PM, coronel Mário Sérgio Duarte, fez contato com Príncipe para saber detalhes da ocorrência. A assessoria diz também que, após a prisão de Robocop, uma operação foi deflagrada para apreender armas e drogas no Borel, com a finalidade de fornecer mais provas para a prisão.

Caso de Polícia - Extra Online

Gripe suína assusta a Polícia Militar

Seis policiais e dez parentes deles estão internados no Hospital Central da corporação, no Estácio, com diagnóstico confirmado de gripe suína. Entre os familiares dos PMs, há quatro grávidas

Rio - O Rio de Janeiro confirmou, ontem, mais sete mortes por gripe suína: três grávidas, três crianças e uma mulher de 57 anos. Com estas confirmações, o número de óbitos causados pela doença em todo o estado subiu para 16. No Brasil, as mortes já somam 103. No Rio, a nova doença também assusta a Polícia Militar: seis policiais e dez parentes deles estão internados no Hospital Central da corporação, no Estácio, com diagnóstico confirmado de gripe suína. Entre os familiares dos PMs, há quatro grávidas.

FILHO DE PM EM ESTADO GRAVE

O caso considerado mais grave no Hospital da PM era de um menino de 11 anos, filho de um policial. Internado há uma semana, o garoto chegou à unidade muito debilitado, mas já está fora de perigo, segundo informações médicas. Ainda segundo a PM, os familiares dos pacientes foram aconselhados a procurar atendimento médico se apresentassem os sintomas da gripe, mas até ontem a unidade não havia registrado um novo caso.

COMPRA DE VACINAS

O Ministério da Saúde vai comprar 18 milhões de doses da vacina contra a nova gripe de um laboratório francês. O anúncio foi feito ontem pelo secretário de Ciência, Tecnologia e Insumos do ministério, Reinaldo Guimarães. Um milhão de doses chegará ao Brasil ainda neste ano e os outros 17 milhões em 2010. Mais 15 milhões de doses podem ser produzidas caso a Organização Mundial da Saúde autorize diminuir a produção de doses para combate à gripe sazonal.

RESISTÊNCIA AO TAMIFLU
Foram detectados na fronteira entre México e EUA casos de resistência ao Tamiflu, o antiviral que trata a gripe suína. Segundo a Organização Pan-Americana da Saúde, isto se deve à automedicação.

O DIA ONLINE

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Policial dá tiro acidental e fere um no Congresso Nacional

Brasília - Um tiro acidental no Congresso Nacional assustou quem estava na Casa. O tiro aconteceu durante uma solenidade de comemoração dos 151 anos da Polícia Militar de Goiás, que acontecia na Câmara dos Deputados. Um policial goiano ficou ferido e foi hospitalizado.

A recomendação era de que todos os 200 policiais que estavam na cerimônia deixassem as armas e munições  com os seguranças a Casa, logo na entrada. Na saída do evento, quando uma policial de GO colocava a munição em sua arma o disparo acertou o chão e ricocheteou acertando a perna de um outro oficial.

O policial foi levado para o Hospital de Base de Brasília e não corre risco.

O DIA ONLINE

Carta de um policial

Policiais são humanos (acredite se quiser!), como o resto de nós. Eles vêm em ambos os gêneros, mas, na maioria das vezes, são do sexo masculino. Eles também vêm em vários tamanhos. Na realidade, depende se você estiver à procura de um deles ou tentando esconder algo. Quase sempre, no entanto, eles são grandes.

Encontram-se policiais em todos os lugares: na terra, no mar, no ar, a cavalo, em viaturas e até na sua cabeça. Independentemente do fato de "nunca se encontrar nenhum quando se quer um", eles geralmente estão por perto quando mais se precisa deles. A melhor maneira de conseguir um é geralmente por telefone, mas a melhor coisa é saber que estão nas ruas para que possamos ter segurança dentro de casa.

Policiais dão palestras, fazem partos e entregam más notícias. Se exige que eles tenham a sabedoria de Salomão, a disposição de um cavalo corredor e músculos de aço — muitas vezes, são até acusados de terem o coração fundido no mesmo metal. O policial é aquele que engole a saliva a grandes penas, anuncia o falecimento de um ente querido e passa o resto do dia se perguntando por que, ó Deus, foi escolher esta porcaria de trabalho.

Na TV, o policial é um idiota que não conseguiria encontrar um elefante numa geladeira. Na vida real, se espera dele que encontre um menininho loiro "mais ou menos desta altura" numa multidão de quinhentas mil pessoas. Na ficção, ele recebe ajuda de detetives particulares, repórteres e de testemunhas: "Eu sei quem foi". Na vida real, quase tudo que ele recebe do povo é "Eu não vi absolutamente nada".

Quando ele dá uma ordem dura, é grosso. Se ele lhe soltar uma palavra gentil, é uma mocinha. Para as crianças, ele é às vezes um amigo, noutras um monstro, dependendo da opinião que têm seus pais à respeito da polícia. Ele vira a noite, dobra escalas, e trabalha aos sábados, domingos e feriados; sempre o chateia muito quando um engraçadinho vem lhe dizer "Êpa, este fim de semana é carnaval, estou à toa, vamos à praia". Esta é a época do ano em que eles trabalham quase vinte horas por dia.

Quando um policial é bom, ele "é pago para isso". Quando comete um erro, "ele é um corrupto, e isso vale para todos os outros da raça dele". Quando ele atira num assaltante, ele é um herói, exceto quando o assaltante é "apenas um garoto e qualquer um podia ver". Muitos têm casas, algumas cobertas de plantas, e quase todas cobertas de dívidas. Se ele dirigir um carro de luxo, ele é um ladrão. Se for um carro popular, "quem ele pensa que está enganando?".

O crédito dele é bom, o que ajuda bastante, porque o salário não é. Policiais educam muitos filhos, muitas vezes os filhos dos outros, até melhor do que os seus próprios, pois passam a maior parte do tempo longe de suas famílias e resolvendo os conflitos alheios. Um policial vê mais sofrimento, sangue, problemas e alvoradas que uma pessoa comum.

Como os carteiros, os policiais têm que estar trabalhando, independentemente das condições do tempo. Seu uniforme muda de acordo com o clima, mas sua maneira de ver a vida permanece a mesma; na maioria das vezes, é entristecida, mas, no fundo, esperando e lutando por um mundo melhor. Policiais gostam de folgas, férias e café. Eles não gostam de buzinas, brigas familiares e, principalmente, autores de cartas anônimas. Eles não têm sindicatos e não lhes é lícito fazer greves, mesmo com a falta de equipamento, treinamento, condições de trabalho e os parcos salários que ganham.

Têm que ser imparciais, educados, e sempre devem lembrar do slogan "a seu serviço". Às vezes é difícil, especialmente quando um indivíduo lhe lembra "Eu pago impostos, portanto pago seu salário". Policiais recebem elogios por salvar vidas, evitar distúrbios e trocar tiros com bandidos (de vez em quando, sua viúva é quem recebe o elogio!). Mas, algumas vezes, o momento mais recompensador é quando, após fazer alguma gentileza a um cidadão, ele sente o caloroso aperto de mão, olha nos olhos cheios de gratidão e ouve "Obrigado, e Deus te abençoe".

Caso de Polícia: Extra Online

Delegado diz que suspeito confessou assalto a irmão de ator

Vítima diz que preso parece com suspeito que participou do crime.
Médico, que foi salvo após bala atingir medalha, já deixou hospital.

Do G1, no Rio

Foto: Reprodução / Agência O Globo

O médico Eduardo Melhem, irmão do ator Marcius Melhem, foi baleado durante um sequestro-relâmpago: bala resvalou em medalha (Foto: Reprodução / Agência O Globo)

O suspeito preso por participação no sequestro-relâmpago do médico Eduardo Vinícius Melhem confessou o crime, mas garante que não foi o autor do disparo que feriu a vítima, segundo informou o delegado Átila Mesquita, da 54ª DP (Belford Roxo). A polícia procura agora outros dois suspeitos do crime.

Eduardo Melhem, que é irmão do ator Marcius Melhem, que interpreta Radesh, na novela “Caminho das Índias”, acabou sendo salvo por uma medalha de anjo da guarda.

Segundo o delegado, a vítima já olhou uma fotografia do suspeito.

"Ele disse que parece um dos suspeitos sim, mas não tem certeza porque foi atingido”, disse Mesquita.
O homem foi preso por volta das 15h deste domingo em Belford Roxo, na Baixada Fluminense, no bairro Bom Pastor. De acordo com a polícia, ele já tem passagem pela polícia e é suspeito de executar um morador da localidade conhecida como Gogó da Ema, no mesmo município.
O suspeito estava com um revólver e foi preso e autuado por porte ilegal de arma. Ele está sendo mantido na carceragem da 54ª DP.

Médico foi operado e deixou hospital

Eduardo Vinícius Melhem foi operado neste domingo (2) e deixou por volta das 14h45 o Hospital Copa d´Or, na Zona Sul do Rio, onde estava internado. Segundo a assessoria de imprensa do hospital, a bala, que estava alojada no ombro direito, foi retirada durante a cirurgia. O projétil foi protocolado e enviado para a polícia, para realização de perícia.

Ainda segundo a assessoria, o médico está bem e seguirá o tratamento com antibióticos em casa. Eduardo Vinícius Melhem é coordenador da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Belford Roxo, na Baixada Fluminense.

Segundo os médicos do hospital, o médico foi salvo por uma medalha do anjo da guarda, onde a bala resvalou.

G1 > Edição Rio de Janeiro

Suspeito morre em operação do Bope

Policiais apreenderam pistolas, drogas e carregadores de armas.
Operação foi na Favela Parque Alegria, no Caju.

Do G1, no Rio

Um suspeito de tráfico de drogas foi morto nesta segunda-feira (3) durante uma operação do Batalhão de Operações Especiais (Bope) na Favela Parque Alegria, no Caju, no subúrbio do Rio.

O capitão do Bope, Ivan Blaz, informou que o suspeito revidou com tiros a chegada dos policiais à comunidade. Segundo o capitão, com o suspeito foram encontrados carregadores de armas, duas pistolas e farta quantidade de drogas.
O capitão informou ainda que os policiais do Bope faziam uma operação de rotina na Favela Parque Alegria, que fica próxima à Avenida Brasil e aos acessos à Linha Vermelha.

G1 > Edição Rio de Janeiro