quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Quatro suspeitos são mortos em troca de tiros no Humaitá

Eles fariam parte de uma quadrilha de assaltantes.
Assalto a médico e à atriz teriam sido praticados por eles, diz PM.

Do G1, no Rio, com informações da TV Globo

Quatro homens morreram no início da noite desta quinta-feira (1º) no Humaitá, Zona Sul do Rio. Segundo a Polícia Militar, os quatro fariam parte de uma quadrilha responsável por assaltos na Zona Sul do Rio.

Testemunhas ouviram vários tiros no local. A Polícia Militar atribui à quadrilha os assaltos praticados recentemente na Zona Sul do Rio.

Segundo o 2º BPM (Botafogo) eles teriam participado do assalto ao médico Paulo Athayde Lopes, baleado quando roubaram a moto em que ele estava, em Ipanema. O médico ainda está internado.

As vítimas também são suspeitas de terem participado do assalto à atriz Cláudia Alencar, em Botafogo, também Zona Sul. No crime, o carro da atriz foi fechado por homens num Honda Civic, que ficou atravessado nas pistas do mergulhão de acesso ao Viaduto Pedro Álvares Cabral, próximo ao Iate Club do Rio de Janeiro.

Segundo o batalhão de Botafogo, a PM recebeu informações de que os quatro se reuniam no Humaitá. Eles teriam vários modos de ação criminosa: agiriam de carro, bicicleta e moto.

Foram apreendidas três armas e uma granada e três motos que os suspeitos usavam quando chegaram ao local. Os veículos seriam roubados.

G1 > Edição Rio de Janeiro

Governo anuncia operações para combater assaltos no Rio

Ação começou pela Tijuca, na Zona Norte, na manhã desta quinta (1°).
Objetivo é fazer operações diárias em vários pontos do Rio.

Do G1, no Rio, com informações do RJTV

 

A Secretaria estadual de Segurança anunciou nesta quinta-feira (1°) uma série de operações policiais para combater assaltos no Rio. O primeiro alvo da ação foi a Tijuca, na Zona Norte da cidade, que na última semana sofreu ações violentas de criminosos.

Pela manhã, 34 equipes da Polícia Civil patrulharam o bairro. Segundo a secretaria, a partir desta quinta serão feitas operações diárias em vários pontos da cidade. Com um número maior de policiais nas ruas, o objetivo é diminuir a quantidade de assaltos.

Só em Copacabana e Ipanema, na Zona Sul do Rio, cinco prédios foram alvo de assaltantes em um período de 30 dias. O suspeito de tráfico José Ricardo Rosa Ribeiro é apontado pela polícia como o chefe de uma quadrilha responsável por roubos a residências na Zona Sul. Na última quarta-feira (30), o secretário de Segurança, José Mariano Beltrame, fez um alerta:

“Nós temos que cada vez mais intensificar o policiamento, mas também eu peço que as pessoas, principalmente as pessoas que trabalham com segurança privada, estejam atentas. Porque, da maneira como esses episódios estão acontecendo, isso foge do policiamento ostensivo corriqueiro da Policia Militar”, afirmou.

Batalhões vão oferecer cursos a porteiros

Segundo dados do Instituto de Segurança Pública, os assaltos à residência na cidade do Rio aumentaram 47% entre janeiro e julho, em relação ao mesmo período do ano passado.

“Então nós temos que ter muito cuidado com as portarias. Na Zona Sul o próprio batalhão vai fornecer cursos no sentido de preparar as portarias para que possam fazer essa triagem”, afirmou o secretário.

As inscrições para os cursos da Polícia Militar para porteiros estão abertas nos batalhões de Copacabana e do Leblon.

G1 > Edição Rio de Janeiro

PM prende dois suspeitos de tentar roubar celulares no subúrbio

Um deles foi preso em Bonsucesso e outro em Ramos.
Eles estariam tentando levar celular de mulher e idosa.

Do G1, no Rio, com informações da TV Globo

Um homem que, segundo a polícia, estava tentando roubar o celular de uma mulher, foi preso na tarde desta quinta-feira (1º) na Praça das Nações, em Bonsucesso, subúrbio do Rio.

Um carro da polícia que faz patrulhamento no local avistou o assalto. Os policiais recuperaram os objetos da vítima. O suspeito foi conduzido para a 21ª DP (Bonsucesso).

Outra prisão

Em Ramos, também no subúrbio, policias do 22º BPM (Maré) prenderam um suspeito que tentou roubar o celular de uma mulher de 33 anos, fingindo estar armado.

Uma viatura do batalhão passava pelo local e quando pedestres avisaram aos policiais que conseguiram prender o suspeito. O caso também foi registrado na 21ª DP (Bonsucesso).

G1 > Edição Rio de Janeiro

PM prende suspeitos de praticar assaltos na Zona Sul

Os dois foram encontrados em Copacabana, e já teriam roubado no Leblon.
Moto em que estavam seria roubada.

Do G1, no Rio, com informações da TV Globo

Dois homens foram presos na tarde desta quinta-feira (1º) em Copacabana, na Zona Sul do Rio. Segundo o tenente-coronel Rogério Seabra, comandante do 19º BPM (Copacabana), os dois estavam em uma moto roubada e foram presos em flagrante, depois de tentarem assaltar uma vítima na Rua Francisco Otaviano.

Segundo Seabra, os dois seriam da favela do Jacarezinho, no subúrbio do Rio. Eles foram presos durante o patrulhamento de uma equipe do batalhão para coibir o tráfego de motos irregulares.

De acordo com Seabra, os dois já teriam praticado roubos no Leblon, também na Zona Sul, antes de seguirem para Copacabana.

G1 > Edição Rio de Janeiro

Filho de ex-técnico da Seleção Brasileira é detido em blitz no Rio

Bernardo Lazaroni vai responder por desobediência.
Sua namorada teria chutado e xingado os PMs.

Carolina Lauriano Do G1, no Rio

O empresário Bernardo Lazaroni, de 25 anos, filho do ex-técnico da Seleção Brasileira de Futebol Sebastião Lazaroni, foi detido na manhã desta quinta (1º), após ser surpreendido por uma blitz da PM, na Rua Francisco Otaviano, no Arpoador, Zona Sul do Rio. Segundo a polícia, o casal negou as acusações.

As informações são do delegado Márcio Franco de Mendonça, da 13ª DP (Ipanema), onde o caso foi registrado. De acordo com ele, Bernardo estava acompanhado da sua noiva. No carro do casal, os policiais do 19º BPM (Copacabana) encontraram três garrafas cheias de cerveja e uma vazia. No entanto, os dois não fizeram o teste do bafômetro.

De acordo com o delegado, os PMs contaram, em depoimento, que Bernardo teria parado o carro antes da operação policial que estava tendo na rua, por volta das 5h30, mas quando os policiais caminharam em direção ao carro do empresário, ele teria descido do veículo e se negou a entregar os documentos.

Os PMs contaram, ainda de acordo com o delegado, que a noiva teria desacatado e dado um chute em dos policiais, além de ter xingado todos os PMs que estavam presentes.

O delegado afirmou que Bernardo vai responder por desobediência e a namorada dele, por desacato. O caso foi encaminhado para o 4º Jecrim (Juizado Especial Criminal).

Segundo o delegado da 13ª DP, o casal negou as acusações e disse que os policiais agiram de forma agressiva. Bernardo teria afirmado que entregou os documentos e que tirou a camisa ao descer do carro para mostrar que não estava armado.

G1 > Edição Rio de Janeiro

Justiça do Rio condena sete acusados de participação em milícia

Ação foi deflagrada a partir da "Operação Leviatã".
Grupo atuaria em comunidades da Baixada e da Zona Oeste do Rio.

Do G1, no Rio, com informações da TV Globo

A Justiça condenou nesta quinta-feira (1º) sete acusados de participar de uma milícia que atuava na comunidade da Palmeirinha, favela da Zona Oeste do Rio, e em Itaguaí, na Região Metropolitana.

De acordo com a decisão, os réus Fabrício Fernandes Mirra, Alexander Dantas de Mello Alves e Luciano Galdino Carneiro foram condenados a oito anos de reclusão, em regime inicialmente fechado. Os réus Marcos Gregório Siqueira da Silva, Adilson de Andrade Pessanha, Damião Juvino da Silva e Erivaldo Juvido da Silva foram condenados a sete anos de reclusão.

O Tribunal de Justiça informou que a ação penal foi deflagrada a partir da investigação policial denominada "Operação Leviatã", na qual foi apurada a existência da milícia. Para a Justiça, eles invadiam comunidades carentes normalmente dominadas pelo tráfico de drogas, expulsando traficantes e passando a dominar essas áreas com uso de força armada e cobrança forçada de determinados serviços.

Denúncia

Segundo a denúncia oferecida pelo Ministério Público, entre as principais atividades criminosas praticadas pelo grupo estava o “homicídio qualificado pela covardia, pela crueldade e pela torpeza de motivos de desafetos do grupo criminoso, de pessoas que não se submetiam às suas vontades e determinações, e de outros criminosos de organizações criminosas diversas com quem entrassem em conflito, delitos esses hediondos”.

O grupo ainda praticava habituais extorsões, consistentes na cobrança periódica aos moradores e comerciantes de comunidades carentes, por meio de coerção e grave intimidação, de dinheiro pago a título de "taxa de segurança".

G1 > Edição Rio de Janeiro

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Ex-PM Batman, acusado de chefiar milícia, participa de audiência no Rio

Ele está preso em Campo Grande, em Mato Grosso do Sul.
Audiência vai ouvir testemunhas em processo de formação de quadrilha.

Do G1, no Rio, com informações da TV Globo

O ex-policial militar Ricardo Teixeira da Cruz, o Batman, preso no presídio federal de Campo Grande, em Mato Grosso do Sul, está no Rio nesta quarta-feira (30), para uma audiência no prédio do Tribunal de Justiça, no Centro do Rio. Segundo o TJ, Batman não irá falar nesta quarta.

Serão ouvidas testemunhas de acusação e defesa no processo que Batman responde por formação de quadrilha. Ele é acusado de chefiar umas das milícias da Zona Oeste do Rio. O ex-PM foi preso em maio de 2009.

Fuga de Bangu 8

Em outubro de 2008, Batman fugiu do presídio de segurança máxima Petrolino Werling de Oliveira, também conhecido como Bangu 8, pela porta da frente acompanhado de dois homens. Com a fuga, o diretor do presídio, Luiz Fernando Burgos, foi exonerado.

Batman foi preso durante a Operação Suporte, da Polícia Civil. De acordo com a polícia, cerca de 20 policiais participaram da ação. Com a ajuda de um helicóptero blindado e de três carros descaracterizados, os agentes cercaram a casa em Paciência. Em seguida, uma mulher saiu com as mãos para o alto e disse que ele iria se entregar. Não houve tiroteio.

A Central Disque-Denúncia, que ofereceu recompensa de R$ 10 mil por informações que levassem a sua captura, recebeu mais de 230 denúncias de que Batman e seu companheiro, Aldemar Almeida dos Santos, o Robin, morto em abril de 2005 durante um confronto com a polícia, fariam parte de um grupo de extermínio.

Ex-policial militar, Ricardo Batman foi expulso da PM em 1992, quando fazia parte do Batalhão de Choque (BPChoque). A milícia, da qual é acusado de chefiar em Campo Grande, exploraria serviços clandestinos de segurança, transporte alternativo, distribuição de gás e venda de sinal de TV a cabo.

Guerra de milicianos

De acordo com a polícia, Batman estaria envolvido numa guerra entre grupos de milicianos desde agosto de 2007, quando o sargento Francisco César Silva Oliveira, o Chico Bala, do 25º BPM (Cabo Frio), e sua família foram vítimas de um atentado, em São Pedro da Aldeia, na Região dos Lagos.

Na época, um policial civil, um militar e dois ex-PMs foram presos, entre eles Ricardo Batman e o policial civil André Luiz da Silva Malvar. Todos negaram o crime.

G1 > Edição Rio de Janeiro