terça-feira, 23 de novembro de 2010

Carro é atingido por tiros e duas pessoas morrem na Washington Luiz

Rio - Duas pessoas foram mortas, na manhã desta terça-feira, depois que o carro onde viajavam, um Honda Civic, foi atingido por pelo menos 10 tiros de pistola na Rodovia Washington Luiz, a dois quilômetros do acesso à Linha Vermelha.

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Mais de 10 marcas de tiros podem ser vistas no carro metralhado na BR-040 (Foto: Reprodução/TV Globo)

As vítimas foram identificados como Vinicius Pinto Brito e André Luiz Pereira Fagundes. Uma terceira pessoa, que seria o motorista do veículo, Luis Felipe Moreira Lopes, de 40 anos, ficou ferido e foi socorrido. Seu estado de saúde é estável. Os corpos dos outros dois homens foram encontrados no banco do carona e de trás do Honda.

Foto: Severino Silva / Agência O Dia

Corpos das vítimas são retirados do local | Foto: Severino Silva / Agência O Dia

Investigações levam a polícia a crer que as vítimas saíam da casa de shows Rei do Bacalhau, na Baixada Fluminense, e um desentendimento na boate seria o motivo dos crimes.

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Mais de 10 marcas de tiros podem ser vistas no carro metralhado na BR-040 (Foto: Reprodução/TV Globo)

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Em entrevista à Rádio CBN, o coronel Lima Castro, Relações Públicas da PM, descartou que as mortes estejam ligadas aos recentes ataques de bandidos em vias expressas do Rio.

O DIA ONLINE - RIO

domingo, 21 de novembro de 2010

PM assassinado é enterrado em Caxias

Priscilla Souza

O cabo André Luiz do Nascimento, 33 anos, foi enterrado, na tarde deste sábado, no Cemitério Nossa Senhora de Belém (Corte do Oito), em Duque de Caxias.

O policial militar foi morto com três tiros, nesta madrugada, na rua Vitor Hugo, na Cidade dos Meninos, distrito de Pilar.

Ocupantes de um carro fizeram vários disparos contra o veículo em que o policial estava. André  - que não estava em serviço no momento do crime - foi atingido no rosto, nas costas e no braço.

Ele foi levado para o Hospital Adão Pereira Nunes, em Saracuruna, mas não resistiu aos ferimentos.

O 15º BPM informou que não realizou buscas pelos bandidos na região. O caso está sendo investigado pela 60ª DP (Campos Elíseos).

Casos de Polícia: Extra Online

Cinco PMs são expulsos por trabalharem como seguranças de contraventor Rogério Andrade no Rio

A polícia Militar informou que expulsou cinco militares, porque trabalhavam como seguranças do contraventor Rogério Andrade.

Os policiais estavam com Rogério Andrade no dia 05 de abril, quando um atentado a bomba matou o filho do contraventor na barra da tijuca.

O conselho de disciplina da corporação que foi criado para analizar a conduta dos policiais concluiu que eles cometeram falta grave, no dia do atentado os militares estavam em dois carros que seguiam o toyota de Rogério Andrade.

O filho de Rogério um menor de dezessete anos estava ao volante dirigindo o veículo quando um artefato explodiu na avenida das Americas, Rogério Andrade ficou ferido e foi socorrido pelos policiais que o levaram ao hospital, os cinco se identificaram como segurança do contraventor  segundo a PM.

O contraventor Rogério Andrade e acusado de envolvimento com a contravenção do jogo do bicho e com a máfia dos caça niqueis no Rio de Janeiro.

Segundo a PM os policiais excluidos são:

O 3º Sgt Maximiliano dos Santos Morais:

Os Cbs Marco António Gonçalves da Silva;

e Alexandre f. silva Vital:

e os Sds Willian da silva Montes de Souza;

e Flávio Aleluia dos Santos.

Segundo a PM somente esté ano já chega a cem o numero de policiais expulsos da corporação, no ano se 2009 foram trezentas expulções.

CBN - A rádio que toca notícia

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

PM é morto a tiros em Duque de Caxias

Vítima foi baleada no início da noite, no bairro Pilar.
A polícia ainda investiga as causas do crime.

Do G1 RJ

Um policial militar foi morto a tiros na noite desta sexta-feira (19), em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. Segundo a Polícia Militar, o PM, do 15º BPM (Duque de Caxias), passava pelo bairro Pilar, quando foi baleado. Ele estava de folga. A polícia investiga, ainda, os autores dos disparos. Não houve outros feridos.

O crime aconteceu por volta das 18h desta sexta-feira. De acordo com o 15º BPM, o policial teria sido baleado por um grupo de homens armados que passou de carro atirando. O policial foi encontrado baleado pelos PMs dentro de um automóvel. Ele chegou a ser levado para o Hospital de Saracuruna, mas não resistiu.

Ainda segundo os policiais, PMs do 15º BPM fazem buscas na região à procura dos suspeitos. A segurança foi reforçada no bairro. A polícia ainda investiga as causas do crime.

G1 - notícias em Rio de Janeiro

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Ladrão que matou PM no Centro morreu devido uma hemorragia interna

Rio - A Secretaria de Segurança do Estado divulgou, nesta quinta-feira, o laudo preliminar do Instituto Médico Legal (IML) que diz que o o corpo do ladrão que matou o PM Bruno de Castro Ferreira apresentava escoriações atípicas no rosto e na região lombar. O laudo mostra, ainda, que Douglas da Silva, 25, foi atingido por um tiro disparado de cima para baixo. O tiro entrou pela barriga e saiu pelas costas.

O laudo preliminar diz, também, que a causa da morte de Douglas foi uma hemorragia interna provocada por um projétil de arma de fogo. Ainda segundo o documento, o tiro entrou pelo tórax, saiu pelas costas, rompeu o fígado e não havia sinais de tiro dado a curta distância. O laudo definitivo dese sair em seis dias após diligências feitas por policiais da Divisão de Homicídios (DH).

Enterro

O soldado da PM, Bruno de Castro Ferreira, que faria 30 anos nesta quinta-feira, foi enterrado no fim da manhã, no Cemitério Jardim da Saudade, em Sulacap, na Zona Oeste. O comandante da PM, Mário Sérgio Duarte, esteve no cortejo e prestou solidariedade aos familiares do policial morto em serviço, que estava há quatro anos na corporação.

Durante o enterro, os presentes cantaram a música Parabéns para Você. No mesmo momento do sepultamento, a ONG Rio de Paz realizou um manifesto no local da morte do PM, no Centro do Rio. O PM foi morto após uma perseguição a dois ladrões nas ruas do Centro do Rio, nesta quarta-feira. Na ação, um bandido também morreu. O soldado da PM foi morto com tiro na cabeça. O comparsa do criminoso foi preso. A Delegacia de Homicídios (DH) investiga as circunstâncias das mortes.

A ação começou por volta das 15h na Rua Primeiro de Março, onde os soldados Bruno e Daniel, do 13º BPM (Tiradentes), prenderam Osvaldo da Silva Oliveira Jr., 22. Minutos antes, ele roubara com seu cúmplice, que tinha uma pistola 45, dois celulares e o relógio de uma mulher na mesma rua. O bandido armado correu e roubou o celular de um securitário na Rua Nilo Peçanha. Ele foi avistado pelos PMs e perseguido até a esquina da Avenida Rio Branco com Rua Sete de Setembro.

Na Rio Branco, testemunhas disseram que o criminoso se atracou com um pedestre para fazê-lo de escudo, mas ambos caíram no chão e ele atirou no soldado Bruno, que tentava rendê-lo. Sem ferimento aparente de tiro, o ladrão foi levado por outra viatura ao Hospital Souza Aguiar, onde já chegou morto, com tiro na barriga. O policial chegou com vida à mesma unidade, mas teve parada cardíaca e não resistiu.

O delegado Felipe Ettore, da DH, requisitou imagens feitas por fotógrafo do jornal O Estado de São Paulo, onde o bandido, que vestia uniforme semelhante ao da empresa de conservação e limpeza Nova Rio, aparece dominado no chão, algemado, e depois entra andando numa viatura. Houve princípio de linchamento, praticado por pedestres revoltados com a morte do PM, mas ele foi salvo e colocado no carro da polícia.

“Tudo será investigado, mas depende do laudo cadavérico, que sai em dez dias, e de perícias, inclusive na viatura que levou o bandido, para saber como ambos morreram”, afirmou Ettore. A PM vai apurar a morte do soldado. Em nota, afirmou que ‘suposto assaltante recebeu disparo na região abdominal que atingiu órgãos vitais’.

“Foi um pânico total e esse PM acabou morto de forma brutal”, lamentou o comerciante Fernando Brandine, que passava no local no momento da confusão.

O DIA ONLINE - RIO

Comandante geral da PM fala sobre os dois casos de morte de policiais

Violência

Camila Freitas

Em entrevista coletiva antes do enterro do policial militar morto após um assalto no Centro, o comandande geral da PM, coronel Mário Sérgio, lamentou o caso e comentou a ação de PMs no assalto na Ilha do Governador, na manhã desta quinta-feira.

Veja a entrevista. Assista ao vídeo!

Casos de Polícia: Extra Online

PM morto em assalto é enterrado no dia do aniversário

tristeza

Camila Freitas

crédito: Fabiano Rocha

Veja as homenagens no enterro do PM. Assista o vídeo!

O Policial Militar Bruno Castro Ferreira, morto na tarde de ontem após prender um assaltante no Centro da Cidade, foi sepultado no fim da manhã desta quinta-feira, data em que completaria 30 anos. Durante o enterro, centenas de PMs e paraquedistas militares, além da família e de amigos, prestaram a última homenagem ao soldado.

Segundo a família, Bruno era uma pessoa muito calma e dócil. Ele deixou uma esposa e dois filhos - um menino de seis anos e uma menina de dois.

- Ele era um garoto de ouro, muito família e muito querido. A família está arrasada, ele completaria 30 anos hoje, agora acabou tudo - finalizou a prima Nara Miranda.

Os pais e a viúva de Bruno estavam muito emocionados. A Polícia MIlitar fez um corredor e uma salva de tiros em homenagem ao soldado. A banda tocou a marcha fúnebre durante o sepultamento. A mãe de Bruno pediu ajuda para o Estado.

- Espero que o Estado dê tudo o que é de direito para a esposa dele cuidar dos filhos. Essas pessoas estão aqui porque sabem da dignidade, do carinho com que cuidei dele - disse.

Bruno está na PM há quatro anos e, antes de entrar para a polícia, era paraquedista das Forças Armadas. Morador de Santa Cruz da Serra, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, Bruno já havia sido lotado no 15º BPM (Caxias) e estava há pouco tempo no 13º BPM (Praça Tiradentes), o que explicaria o fato de ele ainda estar usando uma farda do batalhão de Caxias.

Investigação

O relações públicas da PM, tenente-coronel Lima Castro, afirmou que a Polícia Militar também irá apurar as circunstâncias em que o policial e o bandido morreram.

- O fato gera duas investigações paralelas: uma da Polícia Civil, por meio da Delegacia de Homicídios, e outra pela Polícia Militar. Temos que descobrir como eles foram feridos - explicou o coronel, acrescentando que a perícia deve levar em torno de um mês.

Para a Polícia Militar, a conduta de Bruno foi correta.

- Ele era um policial de confiança pessoal, trabalhava corretamente e sempre correspondeu. Ele nos ajudou muito - disse o comandante do batalhão da Praça Tiradentes, coronel Xavier.

Após o enterro, o comandante geral da PM, coronel Mário Sérgio, se reuniu com todos os policiais presentes para uma conversa reservada.

Casos de Polícia: Extra Online