sábado, 11 de dezembro de 2010

Imagens mostram tiros que mataram PM em novembro na Baixada

Suspeito de matar PM foi solto nesta quinta beneficiado por habeas corpus.
Ministério Público vai oferecer denúncia na segunda-feira (13).

Do RJTV

Imagens divulgadas nesta sexta-feira (10) pela Polícia Militar mostram o momento em que o policial militar Fábio Martins de Souza, de 31 anos, foi morto no estacionamento da boate Rio Sampa, na Baixada Fluminense, na madrugada de 14 de novembro.

Câmeras do circuito de segurança registraram o momento dos tiros e a briga, que tinha começado do lado de dentro e continuou na rua. Durante a briga, alguns homens tentaram acalmar os ânimos.

O suspeito de matar o PM foi solto na quinta-feira (9). Ele estava cumprindo prisão temporária de trinta dias, mas foi beneficiado por um habbeas corpus. Ele também feriu gravemente um amigo do policial.

O ministério Público (MP-RJ) informou que já recebeu o inquérito encaminhado pela polícia e que, na segunda-feira (13), vai oferecer a denúncia à Justiça.

Segundo a polícia, a partir de agora cabe à Justiça decidir se houve crime intencional ou legítima defesa. Para a polícia, o caso está encerrado. Além das gravações, a briga teve mais de vinte testemunhas, que já prestaram depoimento oficialmente à 52ª DP (Nova Iguaçu).

Parentes do amigo do policial militar morto não se conformam: “Ele não precisava ter feito isso. Bateu, deixava para lá, acabou. Não precisava ter morte, tiro”, disse um parente que preferiu não se identificar.

PM morto estava de folga

O policial morto era do Grupamento Aero Marítimo (GAM) e não estava em serviço no momento do crime. O PM tentava apartar a briga quando foi atingido. Ele chegou a ser socorrido, mas não resistiu aos ferimentos.

G1 -notícias em Rio de Janeiro

Candidato aprovado em concurso da PM é um e-mail

POR PEDRO DE FIGUEIREDO

Rio - A Polícia Militar divulgou na última semana a lista dos candidatos aprovados para a primeira convocação do exame antropométrico do concurso ao Curso de Formação de Soldados 2010.

Dentre os 1200 chamados para nova fase do processo seletivo, que ocorrerá na segunda e na terça, um deles é um e-mail. Weseleygomes@hotmail.com foi aprovado na 173ª posição e, se existir, deverá realizar a próxima etapa na segunda-feira.

Foto: Reprodução da Internet

Candidato aprovado para processo seletivo é um e-mail | Foto: Reprodução Internet

Segundo a Assessoria de Imprensa da Polícia Militar, o Centro de Recrutamento da corporação não funciona aos fins de semana. No entanto, na segunda-feira, o setor irá tomar todas as medidas cabíveis para solucionar o problema.

O exame antropométrico é a segunda de seis etapas do Concurso. Participam do processo seletivo candidatos entre 18 e 30 anos que desejam se tornar soldados da PM.

No total são 3600 vagas, mas apenas uma parte delas será preenchida nesta primeira convocação.

O DIA ONLINE - RIO

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

No Bope, jogador Ronaldo conhece a tropa de elite da polícia

Rio - O jogador Ronaldo Fenômeno, do Corinthians, visitou nesta quinta-feira a sede do Batalhão de Operações Especiais (Bope), a Tropa de Elite da Polícia Militar, no bairro de Laranjeiras, na Zona Sul.

O momento foi registrado com exclusividade pelo jornal O DIA.
Passando as férias na capital carioca, o atleta foi matar a curiosidade de conhecer o local e ver de perto o famoso Caveirão.

Durante a visita, o Fenômeno conheceu o comandante do Bope, Paulo Henrique Moraes, tirou fotos com os policiais e chegou a vestir uma camiseta da equipe.

Foto: André Luiz Mello / Agência O Dia

Foto: André Luiz Mello / Agência O Dia

Foto: André Luiz Mello / Agência O Dia

Foto: André Luiz Mello / Agência O Dia

Em sua página no microblog Twitter, Ronaldo registrou que teve uma experiência única com os homens classificados como heróis pelo craque. "Incrível a união dos caveiras", escreveu Ronaldo.

Ainda na Internet, o jogador publicou um alvo perfurado em seu perfil. No entanto, ele afirmou que não atirou: "Infelizmente o batalhao nao permite. Aquele alvo foi a demonstracao do sargento vargas q e uma figura!!".

Foto: André Luiz Mello / Agência O Dia

Foto: André Luiz Mello / Agência O Dia

Foto: André Luiz Mello / Agência O Dia

Foto: André Luiz Mello / Agência O Dia

Foto: André Luiz Mello / Agência O Dia

Foto: André Luiz Mello / Agência O Dia

O DIA ONLINE - RIO

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Conheça alguns dos homens que comandam as operações no Rio

Secretário da Segurança e sua equipe atuaram no Alemão.
Favelas da Zona Norte foram alvo da polícia, que busca traficantes.

Carolina Iskandarian e Mylène Neno Do G1 RJ

Beltrame e Carlos OsórioBeltrame (de terno) comanda a cúpula de
segurança do Rio. (Foto: Liana Leite/G1)

Nos bastidores ou na linha de frente todos foram importantes. Durante uma semana, o governo do Rio de Janeiro mobilizou esforços para conter a onda de ataques que espalhou medo no estado. O último balanço da Polícia Militar, divulgado nesta segunda (29), contava 37 mortos na guerra entre policiais e bandidos.

O G1 destacou quatro profissionais que tiveram papel importante nas decisões dos últimos dias. De certa forma, eles representam os 2,7 mil policiais militares, federais, civis, e agentes do Exército e da Marinha que participam das incursões nos morros cariocas.

O gaúcho José Mariano Beltrame, secretário da Segurança Pública do Rio desde 2007, foi categórico: “o Alemão era o coração do mal”. A afirmação, dita em uma coletiva de imprensa no domingo (28), resumiu o sentimento do governo fluminense em relação ao conjunto de favelas do Alemão, na Penha, Zona Norte do Rio.

Durante os dias de ataques constantes – pelo menos 102 veículos foram queimados e cabines da polícia foram metralhadas – Beltrame mostrou firmeza e afirmou que a polícia não iria ceder. Por concentrar grande quantidade de traficantes, o Alemão foi o principal alvo. E a polícia deve ficar na área por tempo indeterminado.

"Marginal sem casa, marginal sem arma, marginal sem território, marginal sem moeda de troca é muito menos marginal do que era antes", disse ele, na entrevista, horas depois da invasão das tropas no Alemão, nas primeiras horas do domingo. O governo chegou a dar um prazo – o pôr-do-sol de sábado (27) – para que os criminosos se rendessem, o que não ocorreu. A decisão de tomar o território em uma das áreas mais perigosas da capital passou por Beltrame.

"O objetivo é obter território. E acabou a crença da invencibilidade. O Rio de Janeiro tem uma luta contra o crime que é composta de várias batalhas. Não vencemos a guerra, mas vencemos a mais importante e difícil batalha”, afirmou o secretário, que é formado em direito pela Universidade Federal de Santa Maria (RS), em Administração de Empresas e Administração Pública pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Além disso, entre outras funções, foi chefe do Serviço de Inteligência na Superintendência da Polícia Federal do Rio e da Interpol.

Coronel Mário Sérgio Duarte, comandante da PM, visita o Alemão na noite desta segundaComandante da PM tem dormido pouco.
(Foto: Liana Leite/G1)

Também peça-chave nas articulações para a operação na Penha, o comandante-geral da Polícia Militar, coronel Mário Sérgio de Brito Duarte, deixou de lado nos últimos dias a leitura, a música e o sono. “Tenho dormido no máximo quatro horas por noite, quando durmo. Mas este sacrifício pessoal é de todos os policiais militares do Rio de Janeiro neste momento”, disse em entrevista por e-mail nesta segunda. De acordo com ele, “o cansaço passa. A história fica.”

Bacharel em filosofia, disse ser um estudioso do espiritismo, é roqueiro assumido e tem entre suas bandas favoritas o Deep Purple.

Para Duarte, que está na polícia há 31 anos e já comandou o Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope), a temida tropa de elite da PM, o momento mais difícil da operação no Alemão foi “sem dúvida as horas da madrugada de sábado (...).Ali sabíamos o quanto estava em jogo e já tínhamos passado horas ouvindo da população em volta das nossas instalações operacionais o quanto eles queriam a operação”.

Vascaíno e esperançoso de “dias melhores” para seu time, o coronel contou que, se pudesse, “gostaria de apertar a mão de cada comandado, e de cada militar e civil que integrou a operação”.

Rodrigo Oliveira participou diretamente das ações no AlemãoRodrigo Oliveira participou diretamente das ações
no Alemão (Foto: Reprodução/ TV Globo)

O botafoguense Rodrigo Oliveira, atual subchefe da Polícia Civil, não costuma dar ordens só do gabinete. “Meu negócio é a adrenalina das ruas”, assumiu.

De farda e arma na mão, ele atuou diretamente nas operações no Alemão. Disse que só teve a real noção do que estava acontecendo nas favelas depois. “Do lado de dentro, não tem como ter noção do que está acontecendo. Só fui ter a dimensão ontem (domingo), quando pude descansar um pouco, ver a repercussão da nossa ação entre a população”, disse Oliveira, que tem 39 anos.

Com tantas operações no currículo – também foi titular da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core), tropa de elite da Polícia Civil – Oliveira ainda se espanta. “Até o papa se manifestou a respeito disso”, admirou-se. “Estou em êxtase, muito feliz.

A população inteira está do nosso lado. Era desse carinho que a polícia do Rio de Janeiro estava precisando”, afirmou ele, que entrou para a corporação em 1994.

O sonho de ser policial começou ainda criança. “Logo quando aprendi a escrever, fiz uma carteirinha da Swat e levava comigo onde quer que fosse”, revelou o policial.

Em 2007, Oliveira teve a chance de fazer uma especialização na famosa polícia de elite dos Estados Unidos. “Foi emocionante.” Emocionante também foi o que ele viu nos barracos e vielas do Alemão.

“Quando já estava no alto do Areal (uma localidade da região), exausto, apareceu uma criança, de uns 7, 8 anos, que viu o meu cansaço e me perguntou se eu queria água”, recordou o policial, com os olhos marejados.

Ronaldo Oliveira, Chefe do Departamento Geral de Polícia da CapitalRonaldo Oliveira ficou rouco e com bolhas no pé
após as operações (Foto: Reprodução/ TV Globo)

Depois de tantos dias em alerta, correndo nas incursões, o chefe do Departamento Geral de Polícia da Capital, Ronaldo Oliveira, resumiu o resultado físico dos dias de operação na Penha: “estou meio rouco e com bolhas nos pés” . Formou-se professor de educação física, foi lutador de jiu-jitsu, trabalhou com futebol de salão, mas jurou que sempre quis seguir carreira na polícia.

Passou a usar a farda policial em 1989 e, nesses 21 anos de profissão, apontou como um dos fatos marcantes ter participado da prisão do traficante Elias Pereira da Silva, o Elias Maluco, em 2002. O criminoso foi julgado e condenado por envolvimento no assassinato do jornalista da TV Globo Tim Lopes, no mesmo ano.

Mesmo sob risco iminente, Oliveira disse nunca ter se arrependido de ter trocado o esporte pela arma. Questionado se o trabalho assusta, respondeu: “ter medo... quem diz que não tem medo... sei lá”.

O policial de 46 anos e nascido na Tijuca, bairro da Zona Norte carioca, finaliza a entrevista dizendo, com orgulho, que crianças pediram para tirar muitas fotos com os policiais durante a ocupação nas favelas.

G1 - notícias em Rio contra o crime

UPP do Batan conclui curso antidrogas para pais

Pacificação
Guilherme Amado

A UPP do Jardim Batan formou ontem a segunda turma de pais que fizeram o curso antidrogas do Programa Educacional de Resistência às Drogas (Proerd), da Polícia Militar.

O curso de pais é parte da ação do Proerd nas comunidades pacificadas, já que as crianças das favelas com UPPs também podem se inscrever em cursos de prevenção ao uso de drogas.

A major Elaine, com pais, crianças e policiais da UPP - Foto de Divulgação

Coordenado pela major Elaine Baldanza, o Proerd nas UPPs já chegou ao Santa Marta, Cidade de Deus, Jardim Bata, Chapéu Mangueira, Babilônia, Pavão-Pavãozinho, Cantagalo, Ladeira dos Tabajaras, Morro dos Cabritos, Providência, Borel e Formiga. As outras favelas com UPPs também serão contempladas.

Em cinco lições, o curso para os pais aborda a importância da mãe e do pai na prevenção ao uso de drogas, além de discutir cada uma das drogas mais populares, como álcool, tabaco, maconha, inalantes, cocaína e anfetamina. O curso também ensina formas de os pais protegerem os filhos do bullying.

Segundo o capitão Ricardo Ribeiro, comandante da UPP do Batan, o programa tem sido importante na consolidação da pacificação.

Criado pela PM do Rio em 1992, após um treinamento feito com policiais de Los Angeles, onde o programa, nos anos 1980, foi desenvolvido, o Proerd serviu de modelo para que outros estados também criassem seus próprios programas educacionais de combate ao uso de drogas.

Reativado no ano passado, o Proerd foi interrompido na gestão César Maia, devido à falta de acordo entre a PM e a Secretaria municipal de Educação.

Hoje, todos os estados do país possuem um Proerd, mas a gestão de cada unidade é estadual.

Casos de Polícia: Extra Online

Mãozinha é preso em casa de mãe de PM

Athos Moura

Policiais da Delegacia de Roubos e Furtos (DRF) apresentaram, nesta terça-feira, Edson Ventapane da Silva, de 36 anos, conhecido como Maõzinha.

Ele é irmão de Emerson Ventapane da Silva, o Mão, preso semana passada por agentes da 21ª DP (Bonsucesso). Ambos eram especializados em roubo de cargas.

Eles também são acusados de terem matado vários policiais militares.

Mãozinha é preso na casa da mãe de um PM

De acordo com o delegado adjunto da DRF, Marcelo Martins, Maõzinha foi preso na tarde desta segunda-feira, em uma casa em Cavalcanti, na Zona Norte. A residência seria de um primo do preso, que é policial militar.

O PM, um cabo lotado no Gabinete do Comando Geral da corporação, disse que a casa é de sua mãe e que não mora mais com ela. Na residência, os agentes encontraram um casaco da polícia.

O policial foi indiciado por favorecimento e pode pegar de um a seis meses de prisão. Sua mãe também está sendo investigada pela delegacia.

Maõzinha estava foragido dos Complexos do Alemão e da Penha. Contra ele existia um madado de prisão expedido no dia 11 de fevereiro, por ter matado dois policiais militares em uma tentativa de roubo a um caminhão de cigarros nas proximidades da favela do Cajueiro, em Madureira.

O criminoso também foi reconhecido em um roubo de duas carretas, na Avenida Brasil, há três semanas.

Casos de Polícia: Extra Online

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Polícia Civil divulga balanço de operações na Vila Cruzeiro e Alemão

GUERRA DO RIO

Fernando Torres

A Polícia Civil divulgou, agora há pouco, o balanço das prisões e apreensões realizadas, na Vila Cruzeiro e no Complexo do Alemão, desde o início das operações, há oito dias.

Foram recolhidos 136 fuzis, 169 pistolas, 38 granadas, 313 kg de cocaína e 33 toneladas de maconha, entre outros. Entre os presos, 82 são acusados de associação para o tráfico de drogas e 32 de dano qualificado ao patrimônio.

Na contabilidade, estão os registros feitos até às 23h59m desta quinta-feira.

Polícia Civil_Balanço das Operações

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Casos de Polícia: Extra Online