domingo, 13 de novembro de 2011

Rocinha: Moradores comemoram ocupação

Talita Melo

Moradores da Favela da Rocinha realizam neste momento uma manifestação a favor dos policiais.

O grupo confeccionou camisas e faixas em agradecimento pela ocupação militar.

Casos de Polícia - Extra Online

Rocinha: Helicópteros da PM lançam panfletos

Cíntia Cruz

Após a ocupação da Rocinha, helicópteros da Polícia Militar sobrevoam a favela lançando panfletos para os moradores. De acordo com a PM, a ação é comum em todas as comunidades que são pacificadas.

Foto: Cléber Júnior

No panfleto, constam telefones úteis para a população, como o Disque-Denúncia e a Ouvidora da PM.

Casos de Polícia - Extra Online

Rocinha: Bope descobre casa de traficante com piscina, hidromassagem e academia de ginástica

Bruno Gonzalez

Agentes do Bope acabam de descobrir a casa onde vivia o traficante Sandro Luiz de Paula Amorim, conhecido como Peixe, na Favela da Rocinha.

No local, havia uma piscina, uma banheira de hidromassagem, equipamentos de ginástica, uma cozinha americana e um imenso aquário na sala.

O traficante estava no grupo de bandidos presos na quarta-feira à tarde, quando tentavam fugir escoltados por policiais.

A policia descobriu a casa de luxo onde o traficante Sandro Luiz de Paula Amorim, conhecido como Peixe, morava na Rocinha

O lugar tinha um imenso aquário

O traficante tinha uma academia em casa

Havia também uma banheira de hidromassagem

A casa tem três andares

Peixe estava no grupo de bandidos presos na quarta-feira à tarde

Os traficantes tentava fugir da polícia

A policia descobriu a casa de luxo onde o traficante Sandro Luiz de Paula Amorim, conhecido como Peixe, morava na RocinhaFoto: Bruno Gonzalez / Extra

Casos de Polícia - Extra Online

Rocinha: Bope apreende fuzis de traficantes

Cléber Júnior

Enquanto buscam traficantes, os agentes do Bope vão apreendendo fuzis, metralhadoras e escopetas deixados por traficantes na Favela da Rocinha. Até o momento, apenas um ladrão foi preso pelas forças de ocupação.

Homens do Bope apreenderam 13 armas, sendo 11 fuzis, uma escopeta e uma submetralhadora, além de uma granada, na ocupação da Rocinha

Homens do Bope apreenderam 13 armas, sendo 11 fuzis, uma escopeta e uma submetralhadora, além de uma granada, na ocupação da Rocinha

Homens do Bope apreenderam 13 armas, sendo 11 fuzis, uma escopeta e uma submetralhadora, além de uma granada, na ocupação da Rocinha

Homens do Bope apreenderam 13 armas, sendo 11 fuzis, uma escopeta e uma submetralhadora, além de uma granada, na ocupação da Rocinha

Homens do Bope apreenderam 13 armas, sendo 11 fuzis, uma escopeta e uma submetralhadora, além de uma granada, na ocupação da Rocinha

Homens do Bope apreenderam 13 armas, sendo 11 fuzis, uma escopeta e uma submetralhadora, além de uma granada, na ocupação da Rocinha

Homens do Bope apreenderam 13 armas, sendo 11 fuzis, uma escopeta e uma submetralhadora, além de uma granada, na ocupação da Rocinha

Homens do Bope apreenderam 13 armas, sendo 11 fuzis, uma escopeta e uma submetralhadora, além de uma granada, na ocupação da Rocinha

Homens do Bope apreenderam armas durante ocupação da Rocinha

Homens do Bope apreenderam armas durante ocupação da Rocinha

Homens do Bope apreenderam 13 armas, sendo 11 fuzis, uma escopeta e uma submetralhadora, além de uma granada, na ocupação da RocinhaFoto: Extra / Fabiano Rocha

Casos de Polícia - Extra Online

sábado, 12 de novembro de 2011

PM que ajudou a prender traficante Nem doa sangue no Rio

Tenente recusou oferta de R$ 1 mihão para liberar traficante.

Oficial e mais 45 PMs foram ao Hemorio fazer doação nesta manhã.

Do RJTV

O tenente Disraeli Gomes Figueiredo e Silva, que atuou na prisão do traficante Antônio Bonfim Lopes, conhecido como Nem, chefe do tráfico da favela da Rocinha, recusando uma oferta de propina de R$ 1 milhão, fez um gesto de solidariedade na manhã deste sábado (12). Ele foi ao Hemorio, no Centro do Rio, onde os estoques estão muito baixos, para doar sangue.

O oficial do Batalhão de Choque (BPChoque) estava de folga e aproveitou para ir ao Hemorio com uma turma de mais 45 colegas de farda. O Hemorio fica na Rua Frei Caneca.

Além do tenente, outros voluntários foram doar sangue neste sábado. A doação ajudou a salvar a vida de um rapaz que está internado no Hospital Albert Schweitzer, em Realengo, na Zona Oeste.

A cirurgia foi desmarcada quatro vezes por falta de bolsa de sangue. Mas na sexta-feira (11), depois de doações, ele foi operado e passa bem.

Na sexta-feira (11), o tenente e outros policiais do Batalhão de Choque (BPChoque) foram homenageados em uma solenidade com a presença do secretário de Segurança, José Mariano Beltrame.

G1 - Rio de Janeiro

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

PM que recusou R$ 1 milhão de Nem diz que não fez nada de 'anormal'

Ele tem salário de R$ 3 mil por mês.

Traficante foi encontrado em porta-malas de carro na quinta-feira (10).

Rosanne D'Agostino Do G1 RJ

Policial contou que filhos gostaram de o ver na televisão (Foto: Rosanne D'Agostino)

Policial contou que filhos gostaram de o ver na
televisão (Foto: Rosanne D'Agostino)

Pouco mais de R$ 3 mil é o salário do 1º tenente Disraeli Gomes Figueiredo e Silva, 35 anos, policial militar do Batalhão de Choque do Rio de Janeiro que recusou suborno de R$ 1 milhão ao prender o traficante Antônio Bonfim Lopes, o Nem, apontado como chefe do tráfico na Favela da Rocinha. “Não tive nenhuma atitude anormal”, afirmou nesta sexta-feira (11) o PM.

Segundo o tenente, o salário não é o que deve mover um policial. “Caráter, valores formam um policial honesto”, disse.

O traficante Nem foi preso na madrugada de quinta-feira (10), enquanto tentava fugir no porta-malas de um carro, em consequência da ação de homens do Batalhão de Choque, que faziam revistas nos acessos à comunidade da Rocinha. Antes da prisão, os homens que o ajudavam chegaram a oferecer R$ 1 milhão de suborno em troca da liberdade de Nem, segundo a polícia.

“Só fiz o meu trabalho, aquilo que sou treinado para fazer, o que acreditava, os valores que meu pai e minha mãe me colocavam desde criança. Acredito que sejam os valores que a maioria da sociedade tem, então não fiz nada demais, não tive nenhuma atitude anormal”, disse o 1º tenente em entrevista no batalhão.

Segundo Gomes, seus três filhos acompanharam tudo pela televisão e tentavam protegê-lo. “Meus filhos fizeram muita brincadeira por conta de ver o pai dentro da televisão, dando tchau, tentando interação, que todo mundo sabe que é impossível, mas no mundo imaginário de uma criança, tudo é possível”, contou.

PM não se considera herói

O PM também diz que não se considera um herói. “Quando aparece um exemplo positivo, o policial fica grato de ter essa oportunidade de mostrar para a sociedade de que a minoria não vence”, disse.

Ao longo de 10 anos e seis meses de corporação, e há dois anos e seis meses no Batalhão de Choque, o PM disse ainda que não pretende ser lembrado apenas por este fato. “Espero que até lá eu não precise lembrar de um gesto de dez anos passados. Espero ter gestos tamanhos para mostrar para eles”, afirmou ele, que apenas que espera que isso sirva de lição no futuro. “Lição de honestidade, honra, de integridade moral.”

Traficante aparece careca e de uniforme em foto tirada em Bangu 1

Na noite de quinta-feira, a Secretaria de estado de Administração Penitenciária (Seap) divulgou a foto de Nem já na penitenciária de segurança máxima Bangu 1, na Zona Oeste. Segundo a Seap, ele teve o cabelo raspado e terá que usar uniforme.

Em nota, a Seap informou que o traficante não tem direito a receber visitas e nem a tomar banho de sol, por enquanto. A Seap informou, ainda, que o criminoso está preso em uma cela individual.

G1 - Rio de Janeiro

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Prisão de Nem da Rocinha é comemorada por policiais - Casos de Polícia

Extra Online

Policiais do Batalhão de Choque ainda comemoram a prisão do traficante Antônio Francisco Bonfim Lopes, o Nem. Eles conversavam animados enquanto esperavam pela transferência do preso na superintendência da Polícia Federal, na Praça Mauá.

Os policiais comemoram a prisão de Nem Foto: Márcia Foletto / O Globo

A prisão de Nem foi resultado de dez dias de trabalho, nos quais a Favela da Rocinha era monitorada 24 horas por dia. O traficante foi encontrado dentro da mala de um carro, em uma tentativa de fuga, e ainda tentou subornar os policias do Batalhão de Choque que o encontraram.

Casos de Polícia - Extra Online