quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Quatro guardas são agredidos após multarem motociclista

Confusão aconteceu no Centro do Rio nesta quinta-feira (27).
Mais de 15 pessoas teriam se reunido para tentar agredir os guardas.

Do G1, no Rio

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Quatro guardas municipais do Grupamento Tático Móvel (GTM) foram agredidos por motociclistas nesta quinta-feira (27), na Rua da Assembleia, no Centro do Rio.

Segundo nota divulgada pela assessoria da Guarda Municipal, a equipe ia em direção à Rua do Carmo, quando um motociclista começou a discutir com os guardas.

De acordo com a nota, o guarda havia multado sua moto, e logo depois, um grupo de aproximadamente 15 pessoas teria se reunido para agredir os guardas.

Após a confusão, os agressores fugiram. No entanto, o motociclista foi preso. Um ficou ferido. Os GMs precisaram pedir reforço para controlar a situação.

O caso foi registrado na 1ª DP (Centro).

G1 > Edição Rio de Janeiro

Operação contra milícia prende 10 suspeitos na Baixada Fluminense

Grupo agia principalmente em Nova Iguaçu, diz polícia.
Ação visava cumprir 14 mandados de prisão e 16 de busca e apreensão.

Do G1, no Rio, com informações da TV Globo

 

Agentes da Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (Draco) prenderam dez suspeitos de envolvimento com milícia durante uma operação nesta quinta-feira na Baixada Fluminense. Segundo a polícia, o grupo agia principalmente no município de Nova Iguaçu. A ação terminou à tarde.

De acordo com o delegado Cláudio Ferraz, titular da Draco, o grupo começava a se expandir para municípios vizinhos, como Belford Roxo e São João de Meriti. O delegado informou ainda que os presos são suspeitos de envolvimento em homicídios na região desde 2006.

A operação contou com o apoio da Corregedoria da Polícia Militar e da Delegacia de Polícia Federal de Nova Iguaçu. Cerca de 70 policiais vasculharam casas que pertencem aos milicianos. Um revólver com a numeração raspada foi apreendido.
Os agentes queriam encontrar documentos para comprovar atividades como exploração de transporte alternativo, venda de gás e de serviços de TV por assinatura. Todos os presos vão ser indiciados por formações de quadrilha armada. A pena é de dois a seis anos. 

PM preso em operação

Entre os presos na operação está um policial militar. Segundo a polícia, as investigações apontam o PM como o chefe da milícia que atua em Nova Iguaçu e em Queimados. De acordo com a assessoria da Polícia Militar, ele está afastado da corporação, após pedir uma licença em que alega problemas particulares. A assessoria não informou desde quando o policial está afastado.
A operação para desarticular as milícias tinha como objetivo cumprir 14 mandados de prisão e 16 de busca e apreensão.

Outros presos

Na quarta-feira (26), outro PM e mais 2 suspeitos de integrar uma milícia na Zona Oeste foram presos. Segundo a polícia, eles seriam comparsas do ex-PM Ricardo Batman, apontado como líder da maior milícia da região. Batman foi preso em maio deste ano, após fugir do presídio de segurança máxima em outubro de 2008.

G1 > Edição Rio de Janeiro

Um em cada 5 policiais diz já ter sofrido tortura

Pesquisa do Ministério da Justiça aponta insatisfação com abusos de hierarquia

Rio - Um em cada cinco policiais afirma já ter sido vítima de algum tipo de tortura dentro das próprias instituições, aponta pesquisa encomendada pelo Ministério da Justiça. Uma parcela ainda maior dos agentes em todo o País — 72,2% — afirma que há mais rigor com questões internas, como falhas disciplinares leves, do que com fatores que afetam, diretamente, o serviço prestado à população.

Foto: Ernesto Carriço / Agência O DIA

Pressão por mudanças: policiais ouvidos em pesquisa reclamam de abusos de hierarquia

A tortura considerada na pesquisa envolve agressões físicas e humilhações. Para a cientista social Sílvia Ramos, coordenadora do Centro de Estudos de Segurança e Cidadania (CeSec) da Universidade Cândido Mendes e responsável pelo estudo, bombeiros e militares são os que mais enfrentam o poder da hierarquia excessiva. “Para os entrevistados, a hierarquia provoca desrespeito e injustiças profissionais”, analisa.

A vontade de mudanças nas polícias e o grau de insatisfação, bem como a revelação de 960 mulheres (16%) que afirmaram já terem sofrido algum tipo de assédio, surpreenderam a pesquisadora. “Consideramos este índice de assédio muito alto”, avalia ela.

A pesquisa, feita entre abril e maio, entrevistou 64.130 profissionais da área de segurança de todo País, das polícias Civil, Militar, do Corpo de Bombeiros, da Guarda Municipal e agentes penitenciários. As opiniões apontaram ainda que 70% dos policiais defendem mudanças nas instituições. Uma delas diz respeito à unificação das policiais civis e militares. Pelo estudo, 42,1% dos praças entrevistados preferem que a nova polícia seja civil. “Só no Brasil há esse modelo esquizofrênico de ter duas polícias. Essa pesquisa é o primeiro passo para um grande debate. Uma virada de página”, conclui Sílvia Ramos.

Para a maioria dos entrevistados, o mau desempenho está relacionado aos baixos salários e à falta de efetivo. Em terceiro lugar, ficou a falta de formação adequada ao policial, apontada pelos entrevistados. “Eles são críticos. Muito mais do que imaginávamos. Outro dado relevante é o de que 25% estão em busca de formação superior”, ressalta Sílvia Ramos.

O estudo entrevistou os participantes com a aplicação de questionários virtuais. Os pesquisadores, ligados ao Fórum Brasileiro de Segurança Pública, foram contratados pelo Ministério da Justiça, que não interferiu no trabalho. Quem quiser ter todos os dados da pesquisa, basta acessar o site do Ministério da Justiça: www.mj.gov.br.

Hoje à tarde, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ministro da Justiça, Tarso Genro, abrem a 1ª Conferência Nacional de Segurança Pública, em Brasília. Pelo menos três mil pessoas, entre elas 90 representantes do Rio, participam do evento. O grupo vai analisar o Caderno de Propostas que trata de assuntos como a prevenção social da violência e valorização dos profissionais de segurança.

Governador entrega ao Interior 203 carros

A partir de sábado, o governador Sérgio Cabral vai percorrer as regiões dos Lagos, Costa Verde e Serrana para entregar mais 203 viaturas aos batalhões locais. A entrega vai totalizar 1.703 veículos terceirizados distribuídos aos batalhões no estado.

A maior parte da frota será destinada a unidade de Cabo Frio: 62 viaturas. O 33º BPM (Angra dos Reis) vai receber 39 carros, o 11º BPM (Nova Friburgo) ganhará 42 veículos, e o 26º BPM (Petrópolis) terá 40 patrulhas.

Os carros, modelos Blazer e Gol, são equipados com GPS, que permite sua localização em tempo real. Movidas a gás, as viaturas vão permitir economia de R$ 1 milhão por mês em combustível.

Projeto prevê câmeras em todas as viaturas

Toda atividade policial poderá passar a ser monitorada por câmeras, como antecipou terça-feira a coluna ‘Informe do DIA’. A Assembleia Legislativa do Rio aprovou projeto que determina instalação dos equipamentos nas novas viaturas que vierem a ser adquiridas pelo estado. Na atual frota, a câmeras seriam implantadas gradativamente.

Os equipamentos serão integrados a sistema central e as imagens e áudios gerados serão armazenados por dois anos. Para virar lei, a medida terá que ser sancionada pelo governador Sérgio Cabral.
“É um projeto importante para a população e para os policiais. O uso de câmeras está se difundido e as principais polícias do mundo já têm esse equipamento em suas viaturas”, defendeu o autor do projeto, o deputado Gilberto Palmares (PT).

Presidente da Comissão de Direitos Humanos, Marcelo Freixo (PSOL) concorda com a iniciativa. “As polícias que mais avançaram no mundo foram as que mais investiram em capacitação, treinamento adequado, remuneração e controle”. disse. Flávio Bolsonaro (PP) concorda. “Isso vai proteger o policial de denúncias infundadas”, afirmou.

USO DAS IMAGENS

PRIORIDADES

Para o deputado estadual Flávio Bolsonaro, o monitoramento, apesar de benéfico, não é prioridade. “É importante. Mas, antes, o estado tem que aumentar os salários dos policiais”, adverte.

EPISÓDIOS POLÊMICOS

A gravação das atividades policiais, na PM, evitaria episódios em que a imagem de toda a corporação fica comprometida, como no caso do desaparecimento da engenheira Patrícia Amieiro.

Os PMs afirmam que a jovem desapareceu em um acidente de trânsito, na Barra da Tijuca. Mas a perícia levou o Ministério Público a denunciar os quatro policiais militares envolvidos por homicídio, fraude processual e ocultação de cadáver.

BLITZES

As imagens evitariam casos de extorsões em blitzes, principalmente à noite.

O DIA ONLINE - RIO

Chefe da milícia na Baixada é preso

Sargento da PM comandava quadrilha em São João de Meriti, Queimados e Nova Iguaçu

POR PAULA SARAPU, RIO DE JANEIRO

Rio - A Polícia Civil realiza a operação Descarrilamento contra milícia da Baixada Fluminense. Estão sendo cumpridos mandados de prisão contra 14 pessoas, sendo nove policiais militares. A ação começou às 5h desta quinta-feira em Nova Iguaçu, Queimados e São João Meriti.

Foto: Fabio Gonçalves / Agência O Dia

Na foto, Juracy Alves Prudêncio (de casaco), na Polinter, Centro do Rio | Foto: Fabio Gonçalves / Agência O Dia

O chefe da quadrilha, o sargento Juracy Alves Prudêncio, o Jura, foi preso em sua casa, no bairro da Palhada, em Nova Iguaçu. Ele está afastado da corporação.

Candidato a vereador pelo município nas últimas eleições, Jura conseguiu quase dez mil votos, que não foram suficientes para a eleição. O sargento teve apoio dos irmãos Natalino José Guimarães e Jerônimo Guimarães Filho, à época deputado estadual e vereador do Rio, acusados de serem líderes da milícia Liga da Justiça.

A milícia intitulada Bonde do Jura cobrava taxas de segurança a moradores e comerciantes de mais de 25 bairros de Nova Iguaçu. O bando também explorava sinal clandestino de TV a cabo, transporte alternativo, venda de botijões de gás e ainda cobravam comissões sobre o aluguel e venda de imóveis, além de controlar a produção de CDs e DVDs piratas na região.

Foto: Fabio Gonçalves / Agência O Dia

Movimentação da polícia no bairro Palhada, em Nova Iguaçu | Foto: Alessandro Costa / Agência O Dia

Segundo o chefe do serviço de inteligência da Draco, Jorge Gerhard, o grupo é suspeito de cometer cerca de cem homicídios na Baixada Fluminense. 

Cerca de 70 agentes da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco) participam da operação, com o apoio de policiais da 58ª DP (Posse) e da 3ª Delegacia de Polícia Judiciária Militar (DPJM).

Eles cumprem ainda 16 mandados de busca e apreensão. Nove pessoas já foram presas, sendo sete PMs. Entre os presos estão os soldados do 3º BPM (Méier) Eduardo Cardono Livramento, o Dudu, e Marcelo Anderson Loureiro, o Marcelinho Trololó; e o cabo César Sisnande dos Santos, do 39º BPM (Belford Roxo).

Um dos integrantes do Bonde do Jura conseguiu escapar dos agentes da Draco, depois de troca de tiros. Por volta das 6h, os policiais chegaram à casa de Ubiraci Araújo da Fonseca, o Bira, na Rua Fernando Borges 73, no bairro Cacuia, em Nova Iguaçu, e o suspeito reagiu. Armado, ele efetuou vários disparos e conseguiu escapar pelos fundos da casa.

Os presos e o material apreendido estão sendo levados para a Draco. A apresentação será às 16h.

O DIA ONLINE - RIO

Polícia diz que médico baleado em Ipanema reagiu ao assalto

Segundo delegada, vítima foi atingida quando lutava com assaltante.
Polícia investiga itinerário para identificar suspeitos de levar moto BMW.

Liana Leite Especial para o G1, no Rio

 

A delegada titular da 14ª DP (Leblon), Tércia Amoedo Saraiva, informou que o médico Paulo Athayde Lopes, baleado em Ipanema, na Zona Sul do Rio, na noite de quarta-feira (26), reagiu ao assalto.

Segundo a delegada, o médico - especialista em cirurgia bárica - foi atingido no momento que lutava com um dos suspeitos na tentativa de evitar que levassem sua moto BMW.

“O médico estava brigando com um dos suspeitos enquanto o outro disparou", explicou.
Ainda segundo a delegada, a polícia está investigando o itinerário feito pela vítima para descobrir de onde são os assaltantes. “Estamos com equipes na rua para solucionar o mais rápido possível esse crime abominável”, acrescentou.

De acordo com o irmão do médico, Luiz Carlos Pereira da Silva, de 70 anos, Paulo tem verdadeira adoração por motos, mas não é uma pessoa violenta. “Não sabemos se ele reagiu, mas a moto tinha seguro. Não era necessário que os bandidos cometessem essa violência”, contou.

Antes de ser informado pela polícia do teor dos depoimentos das testemunhas, Luiz acreditava que o irmão não reagira ao assalto.

Médico mexeu dedos

No momento do assalto, a mulher e a filha de 6 anos do médico estavam na varanda e teriam visto toda a ação. “A família está em estado de choque, mas pelo menos meu irmão já mexeu os dedos das mãos”, conta Luiz, esperançoso.

Ainda segundo o irmão, Paulo está com duas balas alojadas. Uma no ombro e outra na cabeça. “O capacete dele teve a mesma função do de Felipe Massa. Salvou sua vida”, detalha.

Sensação de insegurança

Vizinhos reclamam da sensação de insegurança na Rua Nascimento Silva, onde o médico foi baleado. Após o crime, um carro do 23º BPM (Leblon) fará plantão durante toda a quinta-feira (27) no local.

Segundo os moradores do bairro, o policiamento na rua é raro e os casos de assalto se multiplicam na área.

De acordo com uma vizinha do médico, que preferiu não se identificar, prédios já foram invadidos e uma amiga teve o carro roubado há menos de um mês.

“Eu não conhecia o médico, mas já chorei muito. Essa patrulha só está estacionada aí por causa do crime, mas depois que já aconteceu não adianta mais nada”, revolta-se.

Segurança paga

A bióloga Ana Paula Leite, de 40 anos, também está indignada. “Passeio com meu cachorro todo dia aqui pela Nascimento Silva e raramente vejo policiamento.

Somos obrigados a pagar segurança particular para poder dormir em paz”, diz.

Sandra Regina dos Santos, de 53 anos, é empregada doméstica do prédio ao lado da vítima e escutou quatro ou cinco tiros.

“Eu estava no meu quarto quando ouvi uns quatro tiros. Eu e minha patroa fomos correndo para a varanda, quando vimos dois rapazes bem vestidos saindo com a moto. O médico já estava sendo socorrido pelo filho”, contou Sandra, que também se sente insegura.

Em nota a PM informou que vai reforçar o policiamento na região.

Médico está em coma induzido

De acordo com a assessoria de imprensa da Clínica São Vicente, onde o médico está internado, o estado de saúde dele é grave. Paulo Athayde está sendo mantido em coma induzido e as balas permanecem alojadas. Um novo boletim médico será divulgado no início da tarde desta quinta, após o resultado de uma tomografia.

O médico foi operado na Clínica São Vicente pelo neurologista Paulo Niemeyer durante a madrugada desta quinta-feira (27). O primeiro atendimento foi feito no Hospital Miguel Couto, no Leblon, Zona Sul.

Capacete protegeu

Segundo testemunhas, o capacete protegeu o médico que chegava em casa em sua moto. Dos quatro ou cinco tiros que foram disparados contra a cabeça da vítima, três foram desviados pelo capacete, mas um atingiu a nuca do médico.
De acordo com a polícia, após atirarem, os criminosos fugiram levando a moto importada da vítima, que foi comprada recentemente.

Um dos seguranças da rua testemunhou o crime e prestou depoimento na delegacia. Outro vigilante que também faz a segurança da área contou que o assalto foi muito rápido.

G1 > Edição Rio de Janeiro

Polícia prende 3 e recupera 15 carros em oficina de desmanche

Local fica atrás de batalhão da PM, na Maré.
Agentes de cinco delegacias participaram da ação.

Do G1, no Rio

Agentes de cinco delegacias fecharam na manhã desta quinta-feira (27) uma oficina de desmanche de carros no conjunto de favelas da Maré, no subúrbio do Rio. A operação terminou com três presos, uma pessoa detida e 15 carros recuperados. As informações são da assessoria da Polícia Civil.

De acordo com a polícia, a oficina funcionava na Rua Tancredo Neves, atrás do batalhão da PM na Maré.
A assessoria da Polícia Civil informou que os carros apreendidos foram levados para a Delegacia de Roubos e Furtos de Automóveis (DRFA).

Além da DRFA, a ação contou com a participação das seguintes delegacias: 37ª DP (Ilha do Governador), 21ª DP (Bonsucesso), 22ª DP (Penha) e Delegacia de Roubos e Furtos de Cargas (DRFC).

G1 > Edição Rio de Janeiro

Tiroteio na Ladeira dos Tabajaras deixa um ferido

Segundo a PM, ele tem envolvimento com o tráfico de drogas.
Bope prende dois suspeitos e apreende granadas no Morro da Fallet.

Do G1, no Rio

Um homem foi baleado numa troca de tiros entre policiais militares e traficantes na Ladeira dos Tabajaras, em Copacabana, na Zona Sul do Rio. Desde o final da manhã desta quinta-feira (27), PMs estão na comunidade em busca de esconderijos de drogas e armas. As informações são do comandante do 19º BPM (Copacabana), tenente-coronel Rogério Seabra.

Segundo o comandante, o ferido e mais um comparsa atiraram em direção aos policiais. A vítima foi levada para o Hospital Miguel Couto, no Leblon, também na Zona Sul. O outro suspeito fugiu. Na ação, os PMs apreenderam armas e drogas.

Bope prende dois e apreende granada no Fallet

Policiais do Batalhão de Operações Especiais (Bope) estão no Morro do Fallet, no Catumbi, no Centro. No local, os PMs prenderam dois suspeitos de tráfico de drogas e apreenderam duas granadas de uso exclusivo das Forças Armadas. As informações são da assessoria da Polícia Militar.
Também foram encontrados um carro roubado e um fuzil. Os presos e o material apreendido serão levados para a 6ª DP (Cidade Nova).

Ação na Nova Holanda

Ainda nestas manhã, agentes da 21ª DP (Bonsucesso) foram até a Favela Nova Holanda, no conjunto de favelas da Maré, no subúrbio, para tentar encontrar criminosos. Ainda não há informações de presos.

G1 > Edição Rio de Janeiro