quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Polícia apreende drogas, armas e prende suspeito em Manguinhos

PM foi ferido durante operação.
Batalhão foi à procura de 3 toneladas de maconha.

Do G1, no Rio

 

A polícia apreendeu drogas e armas na tarde desta quinta-feira (17) na Favela de Manguinhos, no subúrbio do Rio, além de prender um suspeito de tráfico de drogas. Segundo o 22º BPM (Maré), foram apreendidos quase mil papelotes de cocaína, cerca de 760 trouxinhas de maconha e mais de 450 pedras de crack.

Um policial militar ferido na operação chegou a ser encaminhado para o Hospital Geral de Bonsucesso, mas já foi transferido para o Hospital Central da PM. A operação começou na parte da manhã e terminou por volta de 14h desta quinta.

Segundo o comandante do batalhão, tenente-coronel Amauri Simões, a polícia recebeu uma informação de que chegaria à favela um caminhão com três toneladas de maconha. Os policiais foram checar a denúncia, que não foi confirmada.

Houve tiroteio na entrada dos policiais na comunidade. As obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) foram paralisadas parcialmente durante a troca de tiros. Cento e vinte operários interromperam os trabalhos, segundo a Secretaria de estadual de Obras.
A droga apreendida estava em uma casa e com o suspeito preso.

G1 > Edição Rio de Janeiro

Polícia Civil apreende 15 motos roubadas na Maré

Dois carros também foram apreendidos na ação.
Um homem que dirigia uma kombi foi detido.

Do G1, no Rio, com informações da Tv Globo

Quinze motos foram apreedidas durante uma operação na manhã desta quinta-feira (17) no Conjunto de favelas da Maré, subúrbio do Rio. A ação foi realizada nas favelas Nova Holanda e Parque União. Dois carros também foram apreendidos.

De acordo com o delegado da Divisão de Roubos e Furtos a Automóveis (DRFA),

Márcio Mendonça Dubugras, um homem que dirigia uma kombi com o motor roubado foi detido.

O suspeito foi autuado por receptação culposa e liberado. Todo o material apreendido foi levado para o pátio da DRFA, em São Cristóvão, na Zona Norte do Rio.

G1 > Edição Rio de Janeiro

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Justiça revoga prisão de PMs suspeitos de desaparecimento de engenheira

Juiz afirma que não há motivos para manter réus presos.
Policias vão responder ao processo em liberdade.

Do G1, no Rio

Foto: (Foto: Reprodução/Ag. O Globo)

Patrícia está desaparecida desde junho do ano passado, depois de um acidente com seu carro (Foto: (Foto: Reprodução/Ag. O Globo)

A Justiça revogou no fim da tarde desta quarta-feira (16) a prisão dos quatro policiais militares acusados de envolvimento no desaparecimento da engenheira Patrícia Amieiro Franco.

A engenheira está desaparecida desde junho de 2008, depois de um acidente com seu carro, na Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio. O veículo de Patrícia foi encontrado com o vidro traseiro quebrado, o porta-malas aberto, o cinto de segurança afivelado e sem vestígios de sangue.

O juiz Fábio Uchôa, do 1º Tribunal do Júri da capital, afirmou que não há motivos para manter presos os policiais  Marcos Paulo Nogueira Maranhão, Willian Luis do Nascimento, Fábio da Silveira Santana e Márcio Oliveira dos Santo. Eles vão responder ao processo em liberdade.

Duas testemunhas arroladas pelo Ministério Público Estadual foram ouvidas: o pai da engenheira, Antonio Celso de Franco, e o flanelinha Thiago Affonso Ferreira.

Durante o depoimento, o guardador de carros afirmou que estava em um ponto de ônibus na favela da Rocinha, em São Conrado, na Zona Sul da cidade, no dia do incidente, quando viu o carro da engenheira ser abordado por dois suspeitos. Ele disse ainda que teria reconhecido Patrícia porque ela frequentaria o mesmo ponto que ele na praia da Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio.

Pai diz que recebeu ligação de suposto sequestrador

Thiago contou ainda que foi a um luau próximo ao local do acidente e, após alguns minutos, teria visto um automóvel igual ao da engenheira cair pelo barranco do outro lado da lagoa. Ele disse que foi com um amigo até o local e que não haveria ninguém dentro do carro.

Já em seu depoimento, o pai da engenheira, Antonio Celso, afirmou que sua filha não tinha envolvimento com drogas. Ele também disse que, duas semanas depois do desaparecimento de sua filha, recebeu uma ligação de alguém que dizia ter sequestrado Patrícia.

Segundo Antonio Celso, ele instalou um identificador de chamadas em seu telefone e, quando ligaram novamente, anotou o número e passou para as autoridades policiais.

Após investigação, no entanto, teria sido descartada a possibilidade de sequestro.

A continuação da audiência foi marcada para o dia 30 de setembro, às 13h. Nesse dia serão ouvidas as testemunhas de defesa do primeiro réu, o policial militar Willian Luis do Nascimento.

Ainda não foi marcada a data para o depoimento das testemunhas de defesa dos outros réus.

G1 > Edição Rio de Janeiro

Julgamento de PMs será retomado nesta quarta-feira

caso patrícia amieiro

O corpo da engenheira Patrícia Amieiro ainda não foi localizado. - Foto: Reprodução de álbum de família

Continua nesta quarta-feira a audiência de instrução e julgamento do processo que apura o sumiço da engenheira Patrícia Amieiro Franco.

O juiz Fábio Uchôa, do 1º Tribunal do Júri da capital, ouvirá mais duas testemunhas de acusação arroladas pelo Ministério Público estadual: o pai da jovem, Antonio Celso de Franco, e o flanelinha Thiago Affonso Ferreira, de 22 anos.

Em agosto, o flanelinha trouxe uma nova versão para o caso. Ele contou à Polícia Militar que a engenheira foi vista por seus amigos na Favela da Rocinha acompanhada por um homem e teria sido morta por traficantes da comunidade.

O relato do flanelinha revoltou os parentes de Patrícia, que acreditam na investigação da Polícia Civil e do MP, que concluiu que a engenheira foi morta por 4 PMs.

Ainda não há data marcada para a oitiva das testemunhas de defesa dos policiais militares Marcos Paulo Nogueira Maranhão, Willian Luis do Nascimento, Fábio da Silveira Santana e Márcio Oliveira dos Santos. Os quatro réus são acusados da morte e ocultação do corpo da jovem, que desapareceu no dia 14 de junho de 2008, na Barra da Tijuca.

A engenheira sumiu após voltar de um show no Morro da Urca. Ao sair da Autoestrada Lagoa-Barra, na Barra da Tijuca, o carro da engenheira foi encontrado nas pedras, junto à Lagoa de Marapendi. E o corpo de Patrícia não foi localizado.

Caso de Polícia - Extra Online

Homem que fugiu da prisão vestido de mulher é recapturado

Homossexual e travesti, conhecido como Kate ou Baby, ele é condenado pela morte de criança

Rio - Vilcir Ferreira da Costa, 35 anos, que fugiu pela porta da frente do Presídio Plácido de Sá Carvalho, no Complexo de Gericinó, vestido de mulher, foi recapturado nesta quarta-feira.

Condenado a 52 anos e oito meses de prisão pelo sequestro e assassinato de um menino de 11 anos, ele aproveitou um dia de visita e, usando peruca, saiu junto com outras mulheres, dia 15 de agosto.

Homossexual e travesti, conhecido como Kate ou Baby, ele escapou sem que os agentes percebessem. Esta é a segunda vez que o bandido usa o mesmo artifício: em 2001, ele fugiu do presídio de segurança máxima Bangu II usando maquiagem e até seios postiços. Desta vez, as câmeras do presídio flagraram a saída.

O bandido foi acusado de ter participado do sequestro de um menino de 11 anos, em Anchieta, em janeiro de 1997. Os pais da vítima, um casal de evangélicos, chegaram a pagar parte do resgate — R$ 13 mil dos R$ 50 mil exigidos.

O menino Alessandro da Silva Lima, no entanto, foi morto com três tiros e enterrado no quintal de uma casa em Olinda, Nilópolis. Policiais encontraram o corpo três dias depois do pagamento.

Cinco bandidos foram presos pelo crime. Na época, a polícia afirmou que o bando matou o menino a mando do chefe do tráfico de uma favela de Olinda porque o pai de Alessandro teria sido namorado da mulher do bandido.

Devido a uma rixa, após a primeira fuga Kate foi atrás de agente penitenciário que era motorista de Kombi na Pavuna. O agente se mudou para não morrer. O travesti foi recapturado em março de 2002 e obteve progressão de pena para regime semi-aberto, em 2006. O benefício foi cassado pela Justiça, em 2ª instância, devido à fuga.

Reportagem: Leslie Leitão e Paula Sarapu

O DIA ONLINE - RIO

Policiais que faziam a segurança do presidente da Cedae são assassinados na Zona Norte

Quatro homens armados teriam feito os disparos. Militares morreram ao lado de carro blindado

POR CHARLES RODRIGUES, RIO DE JANEIRO

Rio - Dois policiais militares que faziam a segurança do presidente da Cedae, Wagner Victer, foram assassinados no fim da noite de terça-feira, em Engenho de Dentro, na Zona Norte do Rio.

João Rodrigues Russo Neto, 55 anos, e José Roberto Santos de Oliveira, de 52 anos, ambos sargentos da PM, foram atingidos por tiros de fuzil. Os seguranças foram baleados ao tentarem reagir a uma suposta tentativa de assalto.

Foto: Osvaldo Praddo / Agência O Dia

PM vistoriam carro que foi atacado em tentativa de assalto | Foto: Osvaldo Praddo / Agência O Dia

Os militares estavam em um Toyota Corolla preto blindado, quando foram interceptados por um Gol, com quatro homens armados. O Corolla é usado pelo presidente da estatal, que não estava no carro. O crime ocorreu por volta das 22h, na esquina das Ruas São Braz com Conselheiro Agostinho, a poucos metros do Estádio do Engenhão.  

Testemunhas disseram que os dois militares, ao perceberem a chegada dos criminosos, saíram do Toyota e tentaram se esconder atrás de outros veículos, estacionados na Rua São Braz. Após serem baleados, os policiais foram socorridos por uma ambulância do Corpo de Bombeiros, mas morreram após darem entrada no Hospital Salgado Filho, no Méier.

De acordo com a assessoria de imprensa da Cedae, os militares faziam a segurança de Wagner Victer há cerca de 10 anos. A assessoria informou ainda que, minutos antes, os dois policiais haviam deixado Victer em casa e levariam o carro para uma garagem da empresa, na Abolição. As duas pistolas dos seguranças foram levadas pelos bandidos.

'Bandidos chegaram atirando'

No Toyota, que não foi roubado, havia marcas de tiros. O carro foi abandonado, com as duas portas abertas, no meio da rua. Dentro do veículo havia documentos espalhados e um livro evangélico sobre o painel. O trabalho da perícia durou cerca de 2h.

Clientes de um bar, localizado a poucos metros do local do crime, disseram que os criminosos já saíram do Gol fazendo os disparos. "O bandidos chegaram atirando. Foi tudo muito rápido. Não deu nem tempo de fechar as portas do bar", disse um comerciante.

"Esse bairro está cada vez mais violento. Fui assaltado duas vezes em pouco dias. Roubaram meu carro na porta de casa", contou um morador. Após o crime, o comércio fechou as portas e moradores evitaram sair às ruas.         

Gol usado pelos criminosos foi abandonado no Riachuelo 

O Gol, placa DTV-6894, usado pelos criminosos, foi abandonado em uma calçada, na Rua 24 de Maio, altura do número 442, no bairro Riachuelo, Zona Norte. O veículo, que tinha marcas de arrombamento, teria sido roubado pouco antes do crime.

Segundo policiais militares, após abandonarem o Gol, os bandidos teriam roubado um Pegeout 307 cinza e fugido em direção à Favela do Jacarezinho.

Policiais do 3º BPM (Méier) e de outros batalhões foram acionados. Foram realizadas buscas em vários pontos da cidade, mas os bandidos não foram encontrados.

Polícia investiga ação de quadrilha especializada em roubo de carros

O delegado adjunto da 25ª DP (Engenho Novo) Franco Albano, responsável pela central de flagrantes, registrou o caso como latrocínio duplo consumado (tentativa de roubo seguida de duas mortes).

A princípio, ele não acredita na hipótese de um crime encomendado, apesar de o veículo onde estava os policiais não ter sido roubado. "Há indícios de que o crime tenha sido praticado por uma quadrilha de ladrões de carros.

A morte dos policiais foi uma infeliz coincidência. Apesar de não descartar nenhuma hipótese, não acredito em um crime encomendado", ressaltou o delegado.

O DIA ONLINE - RIO

Jovens acusam PMs de tortura em Niterói

Eles contam que foram algemados e colocados dentro do carro da PM.
PM e delegacia investigam o caso.

Do G1, no Rio, com informações do RJTV

 

A delegacia de Icaraí e o batalhão de Niterói, na Região Metropolitana do Rio, investigam uma denúncia de violência policial contra dois rapazes. Eles teriam sido torturados por PMs depois de pedir informações ao dono de uma casa, que estava à venda.

Os rapazes contam que, apesar de terem se identificado, foram ameaçados e espancados.

O crime teria acontecido no sábado (12), quando os jovens pararam para pedir informações sobre o imóvel. Depois das informações, seguiram para casa.

No trajeto, familiares do jovens, que têm 18 e 17 anos, contam que eles foram algemados e obrigados a entrar no carro da polícia e voltar ao local da venda.

"Meu filho soube informação da casa e (o dono) desconfiou que ele fosse marginal e chamou a polícia, suspeitando dele", diz o pai de um dos jovens.

O jovem explica o motivo de ter pedido informação sobre o imóvel.

"Porque o meu pai tá vendendo o imóvel dele pra comprar uma casa maior e eu perguntei a respeito da casa e falei que meu pai queria uma casa maior", contou um dos rapazes. Ele disse que os dois foram levados para um morro e torturados.

Imagens feitas pela família mostram os hematomas nos corpos dos jovens.

No domingo (13), o caso foi registrado na delegacia de Icaraí, e na segunda (14), foi feito um termo de declaração no 12º BPM (Niterói) para que o fato seja esclarecido.

Ainda no batalhão, as vítimas reconheceram os dois PMs, suspeitos da agressão, por fotos.

A Polícia Militar já abriu uma investigação para apurar o envolvimento dos dois policiais militares no caso.

O batalhão de Niterói informou que os policiais suspeitos do espancamento continuam trabalhando e, se confirmada a denúncia, eles serão punidos administrativamente.

Os dois podem ser expulsos da corporação.

G1 > Edição Rio de Janeiro