sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Rio começará a emitir nova carteira de identidade nacional em dezembro

Novo documento

Letícia Vieira

Rio começará a emitir nova carteira de identidade nacional em dezembro

O Rio de Janeiro foi um dos estados escolhidos para iniciar o projeto piloto do Registro de Identidade Civil,  desenvolvido pelo Ministério da Justiça. O documento será uma nova carteira de identidade nacional, que reunirá outras informações do cidadão, além da identificação biométrica (pela impressão digital).

Em dezembro, a Casa da Moeda vai emitir 100 mil cartões para o Rio, Distrito Federal, Bahia, Pernambuco, Tocantis, Goiás e Rio Grande do Norte. O governo do estado terá o prazo de um ano para iniciar  o cadastramento e a implementação do documento no estado.

O  novo documento terá o formato de um cartão de crédito, com dois chips contendo diversos dados como altura, impressões digitais, prontuário eletrônico, entre outros. A nova carteira de identidade nacional não substituirá documentos como CPF, Título de Eleitor e Passaporte, mas terá o mesmo registro em todos os institutos de identificação estaduais do país. Em nove anos, todos os brasileiros terão o novo Registro de Identidade Civil.

A base de dados será fornecida pelo Departamento Estadual de Trânsito (Detran), que já desenvolve um trabalho de captação de informações biométricas e utiliza o mesmo cadastro de identificação eletrônica adotado pela Polícia Federal, com cerca de oito milhões de pessoas cadastradas.

O diretor do Instituto Nacional de Identificação da Polícia Federal, Marcos Elias de Araújo, afirma que o novo documento é mais seguro do que os já existentes.

- O RIC tem biometria dentro do chip, ou seja,ele utiliza a sua impressão digital, o que o torna praticamente impossível de se falsificar. O objetivo foi evitar que uma pessoa tentasse se passar por outra - afirma.

Casos de Cidade: Extra Online

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Dois homens são presos acusados de matarem idosa na Baixada

Crime em São João de Meriti

Luiz Fernando de Almeida Rosa, de 18 anos, e Charles Rodrigues da Silva, de 19, foram presos acusados de ter assassinado Angelina Cerzedeilo de Abreu, de 70 anos.

A idosa morreu apos ter sido espancada em sua residencia na Rua Petrópolis, na Vila do João, em São João de Meriti.

Com ajuda de uma testemunha que viu o a dupla em fuga, Policiais do 21º BPM(São João de Meriti) localizaram Luiz Fernando em uma oficina mecânica, no Jardim Metrópole.

Luiz fernando levou os policiais até a casa de Charles no bairro Jardim Botânico, onde foi encontrado vários objetos roubados na casa da idosa.

A dupla foi encaminhada para a  54ª DP (Belford Roxo) juntamente com os produtos recuperado do roubo para efetivar o registro.

sábado, 16 de outubro de 2010

PM morto na frente da mãe foi enterado neste sábado

O soldado do 19ª BPM (Copacabana) Rafael Aguilar de Oliveira, que foi morto na frente da mãe durante um assalto, na noite de sexta-feira, na Rua Francisco Enes, na Penha, na Zona Norte, foi enterrado neste sábado, às 14h30, no Jardim Sulacap.

Segundo os policiais, Rafael estava no carro com a mãe quando foi abordado por dois criminosos.

Ao reagir, o policial foi baleado por outros dois comparsas.

O soldado foi levado para o Hospital Getúlio Vargas, na Penha, mas não resistiu aos ferimentos

Casos de Polícia: Extra Online

Falso 'militar' do Exército preso dá até cursos de tiros para PMs

Carlos da Cruz Sampaio Júnior trabalhava na Secretaria de Segurança, a poucos metros de José Mariano Beltrame

Rio - Dois vídeos divulgados no Youtube neste sábado mostram o falso tenente-coronel Carlos da Cruz Sampaio Júnior, que trabalhava na Secretaria Estadual de Segurança, comandando um curso de tiros para PMs.

O falso militar foi preso usando uma carteira de identidade adulterada do Exército e um revólver calibre 38, na última quinta-feira. Ele trabalhava no quarto andar da Secretaria de Segurança — a poucos metros do secretário José Mariano Beltrame — e tinha acesso aos dados mais estratégicos de combate ao crime e de implantação das Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs).

Ele foi capturado e indiciado na 4ª DP (Central) por falsidade ideológica e porte ilegal de arma, e também poderá responder por falsificação de documento público. A trajetória de Sampaio na Secretaria de Segurança é antiga. Mesmo com documentos falsos, ele trabalhou no órgão entre os anos de 2003 e 2006. E voltou em 12 de julho para a ocupar o cargo de Coordenador da 1ª Região Integrada de Segurança Pública (Risp), resposável por 12 áreas do Centro e zonas Sul e Norte do Rio.

O convite para o cargo foi feito pelo subsecretário de Planejamento e Integração Operacional, o delegado federal Roberto Alzir Dias Alves. “Ele começou a ser investigado há 45 dias e, com o monitoramento que fazemos de todos os funcionários, constatamos as irregularidades. O documento era verdadeiro, mas os dados, falsos”, explicou o subsecretário de Inteligência, Rivaldo Barbosa.

A descoberta foi sacramentada quarta-feira, quando o ofício 354/10-0007/S1 do Comando do Exército informou que ele nunca havia integrado a corporação. Em nota, a Secretaria de Segurança alegou que “o procedimento é lento quando se investiga o passado de alguém no setor público”.

Palestras para delegados e PMs


Se a verdadeira identidade de Carlos da Cruz Sampaio Júnior demorou para ser descoberta, ele era bem conhecido da polícia em palestras sobre análise de dados da segurança pública. No dia 16 de julho, Sampaio falou para um grupo de delegados e oficiais da Polícia Militar sobre ‘manchas criminais’, locais com maior incidência de crimes, durante um evento promovido pela Associação Comercial e Empresarial Cidade Nova.

Sampaio costumava dizer ainda que, em julho do ano passado, desenvolveu com o então comandante do 6º BPM (Tijuca), Fernando Príncipe, uma estratégia de policiamento que ajudou na redução dos índices de criminalidade na região.

Depois de ser preso, o falso tenente-coronel reconheceu aos policiais que nunca havia sido oficial militar e que o revólver 38 pertence ao seu pai, que integra o Exército. Ao ser readmitido na Secretaria de Segurança, não foi checado, por exemplo, que Sampaio teria emitido 11 cheques sem fundo.

‘Comando’ de quartéis do Exército e ‘curso’ de Direito

A trajetória de golpes de Sampaio não é curta, como revela o próprio ‘currículo’. Além da formação no curso de Direito e de duas pós-graduações, todas inexistentes, já que eles sequer concluiu o ensino superior, o falso oficial revelava uma vasta experiência nas Forças Armadas.

Sampaio dizia ter sido o comandante do 2º Pelotão Especial de Fronteira Solimões, no Amazonas; oficial de Munições, Explosivos e Manutenção de Armamento do 42º Batalhão Motorizado, em Goiás; e comandante do Pelotão de Operações Especiais do Batalhão da Guarda Presidencial, em Brasília.

Em 2002, ele foi nomeado coordenador da Secretaria de Segurança, onde atuou como assessor do subsecretário de Planejamento e Integração Operacional e, em 2003, como coordenador da Operação Pressão Máxima. No ano seguinte foi coordenador da Base Operacional Nova Sepetiba, onde ficou até 2006.

Curiosamente, nesse mesmo período, Sampaio trabalhou em firmas de segurança: na Farhus Vigilância e Segurança Ltda. e na CJC 2007 Projetos e Construções Ltda. Entre suas especializações, o falso oficial também apresentava informações de outros sete cursos, entre eles um da Secretaria de Segurança Pública.

Reportagens: Adriana Cruz, Leslie Leitão e Vania Cunha

O DIA ONLINE - RIO

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Mães são presas usando filhas para transportar drogas em presídio

POR LÚCIO NATALÍCIO

Rio - Duas mulheres foram flagradas levando suas filhas para entrar com maconha escondida nas calcinhas das crianças, em uma unidade prisional, de Japeri, na Baixada Fluminense.

A descoberta da maconha aconteceu durante revista na hora da visita aos presos.

Agentes da unidade encontraram a droga escondida dentro das calcinhas das duas crianças.

As mulheres foram levadas para a 50² DP (Itaguaí), onde foram autuadas por tráfico de entorpecentes.

As crianças deverão ser encaminhadas para o Conselho Tutelar.

O DIA ONLINE - RIO

Chefe de Polícia Civil anuncia mudanças em delegacias e na administração interna

POR LESLIE LEITÃO

Rio - O chefe de Polícia Civil, delegado Alan Turnowski, anunciou na tarde desta quarta-feira, oito mudanças na cúpula do órgão.

Uma crise se intalou na instituição depois que o juiz trabalhista Marcelo Alexandrino da Costa Santos foi baleado, junto com seu filho e sua enteada, no último sábado na Autoestrada Grajaú-Jacarepaguá, na Zona Oeste.

Os principais suspeitos de terem atirado no magistrado são policiais civis, que estavam lotados na 41ªDP (Tanque), e faziam uma blitz na localidade, com objetivo de evitar arrastões.

Foto: Alexandre Brum / Agência O Dia

O chefe de Polícia Civil, Alan Turnowski, anunciou mudanças na cúpula do órgão | Foto: Alesandre Brum / Agência O Dia

"É a continuidade dos projetos que estão sendo tocados. Não estamos começando do zero. Boa parte que continuará ja faz parte desse trabalho e os que sairam cumpriram suas missões. Então renovamos para que isso traga uma motivação nova", disse Turnowski.

Entre as mudanças anunciadas estão o cargo do delegado Rodrigo Oliveira, que era diretor de polícia especializada e será subchefe operacional, no lugar de Carlos Oliveira, e Fernando Albuquerque que será  subchefe administrativo, ocupando a cadeira deixada por Rodolfo Waldeck.

José Augusto será chefe de gabinete de Turnowski, no lugar de Fernando, que antes ocupava o cargo.

O diretor de  policia  especializada (DPE) será  Ronaldo Oliveira, que era diretor de polícia da capital (DPC). Quem assume o Departamento da Capital será o delegado Harold Espínola.

Além disso, a Coordenadoria de Niterói será chefiada por Marcus Neves, o Departamento de Polícia Técnico Científica ficará sob comando de Sergio Henriques, que era diretor do Instituto de Criminalística Carlos Éboli (ICCE), e o delegado Gilson Emiliano será chefe da Corregedoria Interna do Órgão.

O DIA ONLINE - RIO

terça-feira, 12 de outubro de 2010

PM e frentista morrme em tiroteio num posto de gasolina na Dutra

Barreto Filho

Violência
O suboficial da PM Abraão Seara, de 56 anos, e a frentista Maria Luiza Gomes de Oliveira, de 28 anos, morreram ao serem baleados por bandidos nesta terça-feira à tarde num posto de gasolina às margens da Rodovia Presidente Dutra, sentido São Paulo, no Jardim América.
Pelo menos duas pessoas saíram de um carro e dispararam contra o policial reformado, que foi atingido por oito tiros. A frentista ficou no meio do fogo cruzado e levou três tiros na barriga. O PM morreu no local. Já a frentista chegou a ser levada ao Hospital Carlos Chagas, onde foi submetida a cirurgia, mas não resistiu aos ferimentos.
Um dos bandidos acabou atingido na perna por um disparo dado pelo PM durante uma rápida troca de tiros. Os criminosos conseguiram fugir do local, de carro. O caso está sendo investigado pela Delegacia de Homicídios (DH). Uma câmera de filmagem de uma empresa ao lado do posto pode ajudar na identificação dos criminosos.

Casos de Polícia: Extra Online