domingo, 18 de outubro de 2009

Feridos no confronto, atirador de elite passa bem, mas cabo preocupa

Major Busnello levou tiro no joelho e está no hospital da corporação.
Estado de saúde do cabo Iso é gravíssimo, segundo assessoria da PM.

Do G1, no Rio

O atirador de elite da Polícia Militar do Rio, major João Busnello, passa bem e não corre risco de morrer. Ele levou um tiro no joelho durante a operação policial do sábado (18) no Morro dos Macacos, em Vila Isabel, na Zona Norte do Rio. Já o estado de saúde do cabo Iso Patrício, que estava no helicóptero abatido por traficantes, permanece muito grave. Segundo o relações públicas da corporação, major Oderlei Santos, ele tem a maior parte do corpo e as vias respiratórias comprometidas por queimaduras.

Busnello, que serviu no Bope (o Batalhão de Operações Especiais), está internado no Hospital da Polícia Militar, no Estácio, na Zona Norte. Segundo informações da corporação, o oficial estava de folga, mas foi até a área de operação para dar apoio aos companheiros.

O major ganhou notoriedade no mês passado ao atingir, com um tiro de longa distância, um assaltante que fazia refém uma mulher, dona de uma farmácia na Tijuca, na Zona Norte do Rio.

A PM informou ainda que o estado de saúde do cabo Iso Patrício é  muito grave. Ele era um dos ocupantes do helicóptero Águia abatido por traficantes do Morro do Macacos quando faziam o resgate de policiais feridos durante o confronto com traficantes e no qual morreram dois soldados da guarnição.

Outros feridos

Outro integrante da equipe da aeronave, o cabo Anderson Fernandes dos Santos, de 34 anos, foi submetido a uma cirurgia na manhã deste domingo (18) no Hospital do Andaraí, na Zona Norte da cidade. Segundo informações da equipe médica, ele passa bem e está lúcido.

Anderson levou um tiro na perna e sofreu queimaduras. O cabo ainda não tem previsão de alta.

O estado de saúde do jovem Francisco Halaiton do Nascimento, de 22 anos, ainda preocupa. Ele passou por uma longa cirurgia e está no setor de recuperação pós-anestésica, “evoluindo bem”, segundo a assessoria do hospital.

Francisco foi baleado quando chegava ao Morro dos Macacos em companhia de outros três jovens, que seriam seus parentes. Os quatro foram atacados a tiros, e apenas Francisco sobreviveu. A PM sustenta que eles foram atacados por traficantes, o que não é confirmado pelas famílias.

G1 > Edição Rio de Janeiro

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